Virada do Ano


Nesta viarada de ano, tomemos um tempo para refletir em algumas verdades bíblicas, e que as Escrituras seja luz aos nossos pês cada dia das nossas vidas:

Viva Esperança

Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos regenerou para uma viva esperança, segundo a sua grande misericórdia, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos. (1 Pe 1.3)

Esperança e Futuro

Pois eu bem sei que planos tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; planos de prosperidade* e não de mal, para vos dar um futuro e uma esperança. (Jer 29.11)

Uma Nova Criação

Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação; as coisas velhas já passaram, e surgiram coisas novas. (2 Cor 5.17)

Um Novo Coração

Então aspergirei água pura sobre vós, e ficareis purificados; eu vos purificarei de todas as vossas impurezas e de todos os vossos ídolos. Também vos darei um coração novo e porei um espírito novo dentro de vós; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei um coração de carne. Também porei o meu Espírito dentro de vós e farei com que andeis nos meus estatutos; e obedecereis aos meus mandamentos e os praticareis. (Ez 36.25-27)

Esquecendo o passado

Irmãos, não penso que eu mesmo já o tenha alcançado; mas faço o seguinte: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, 3.14 prossigo para o alvo, pelo prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus. (Fp 3.13-14)

Aprendamos dos erros do passado

Pois eles nos disciplinaram durante pouco tempo, como bem lhes parecia, mas Deus nos disciplina para o nosso bem, para sermos participantes da sua santidade. 12.11 Nenhuma disciplina parece no momento motivo de alegria, mas de tristeza. Depois, porém, produz um fruto pacífico de justiça nos que por ela têm sido exercitados. (Heb 12.10-11)

Esperando no Senhor

Descansa no SENHOR e espera nele; não te aborreças por causa daquele que prospera em seu caminho, por causa do que trama o mal. (Sl 37.7)

mas os que esperam no SENHOR renovarão suas forças; subirão com asas como águias; correrão e não se cansarão; andarão e não se fatigarão. (Is 40.31)

O tempo de Deus é o tempo perfeito

Tudo que ele fez é apropriado ao seu tempo. Também colocou a eternidade no coração do homem; mesmo assim, ele jamais chega a compreender inteiramente o que Deus fez. (Ec 3.11)

Cada Novo Dia é um Dia Novo

A bondade do SENHOR é a razão de não sermos consumidos, as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade. Digo a mim mesmo: A minha herança é o SENHOR, portanto esperarei nele. (Lam 3.22-24)


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Mensagem de Natal 2013

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FELIZ NATAL


Deus Todo-Poderoso, que fizeste que teu bendito Filho fosse circuncidado e obediente à lei pela humanidade, concede-nos a verdadeira circuncisão do Espírito, para que tendo os nossos corações e corpos mortos a todos os desejos pecaminosos, possamos obedecer a tua santa vontade em todas as coisas através do teu Filho Jesus Cristo nosso Senhor. Amém. (COLETA DE NATAL)

Pois o Senhor mesmo vos dará um sinal: A virgem ficará grávida e dará à luz um filho, e ele se chamará Emanuel. (Is. 7.14)

O anjo respondeu: O Espírito Santo virá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso aquele que nascerá será santo e será chamado Filho de Deus. (Lc 1.35)

Porque um menino nos nasceu, um filho nos foi concedido. O governo está sobre os seus ombros, e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz. O seu domínio aumentará, e haverá paz sem fim sobre o trono de Davi e sobre o seu reino, para estabelecê-lo e firmá-lo em retidão e em justiça, desde agora e para sempre. O zelo do SENHOR dos Exércitos fará isso. (Is 9.6-7)

Mas tu, Belém Efrata, embora sejas pequena entre os milhares de Judá, sairá de ti para mim aquele que reinará sobre Israel, cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade. (Mi 5.2)

E um anjo do Senhor apareceu diante deles, e a glória do Senhor os cercou de resplendor; e ficaram com muito medo. Mas o anjo lhes disse: Não temais, porque vos trago novas de grande alegria para todo o povo; é que hoje, na Cidade de Davi, vos nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor. E este será o sinal para vós: achareis um menino envolto em panos, deitado em uma manjedoura. Então, de repente, uma grande multidão do exército celestial apareceu junto ao anjo, louvando a Deus e dizendo: Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens a quem ele ama. (Lc 2.9-14)

FELIZ NATAL - BOM NADAL - FELIZ NAVIDAD - MERRY CHRISTMAS

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O Símbolo de Fé da Igreja Anglicana

No século 16, a Convocação da Igreja de Inglaterra e o Parlamento Inglês aprovavam o que seria a partir de 1662 o símbolo de fé Cristã de tal igreja. Do mesmo modo que as igrejas presbiterianas afirmam os três símbolos de fé (Confissão de Fé de Westminster, Catecismo Menor e o Maior de Westminster), as igrejas anglicanas encontram seu Símbolo de Fé no Livro de Oração Comum, 1662.

Talvez por isso os anglicanos debatemos com tanta paixão sobre o Livro de Oração Comum (LOC). Não porque estejamos falando de liturgia, simplesmente, mas porque entendemos que o LOC é muito mais que a ordem de culto, ou um manual do ministro, ele contém a sã doutrina que confessamos como Igreja Cristã.

No LOC, encontramos os três sinais de uma igreja reformada, os quais foram entendidos essenciais pelos Reformadores para que uma igreja pudesse ser considerada como tal. Estes elementos são expressados da seguinte forma no Livro de Oração Comum:

A ORDEM E OS SACRAMENTOS

O LOC provê uma série de ordens de culto para celebrar os sacramentos (Batismo e Ceia do Senhor) e a leitura e pregação diária da Palavra de Deus, como também a ordem para o Batismo, Confirmação, Casamento, e Enterro. Inclusive, contém os Salmos para ser cantados durante o culto e adoração a Deus, como também orações diversas, a Litania e as Leituras Diárias das Sagradas Escrituras.

A DISCIPLINA DA IGREJA

Esta se reflete através do Ordinal. O Ordinal é o termo usado para referir-se à ordem para "Fazer Diáconos, Ordenar Presbíteros, e Sagrar Bispos." Em tais ritos, encontramos ensino sobre as funções a serem desenvolvidos por cada uma das ordens (ministros) da Igreja. Encontrando, inclusive, instrução sobre os requerimentos que os candidatos a tais ordens devem cumprir e o papel a ser desenvolvido pelos mesmos.

A DOUTRINA CRISTÃ

A doutrina cristã se encontra expressada, tanto nos Credos universais, como no Catecismo e os 39 Artigos, que formam parte intrínseca do Livro de Oração Comum. Ao mesmo tempo, não somente se encontra a doutrina e fé Cristã em tais artigos de fé e instrução cristã, mas também se encontram refletidos em todos os aspectos do próprio LOC.

Assim, encontramos que a Igreja de Inglaterra tinha uma vocação claramente reformadora, e participou ativamente na Reforma Protestante. Não em vão, Martin Bucer e Heinrich Bullinger ajudaram na revisão da primeira edição do LOC, desenvolvida pelo arcebispo Tomas Cranmer.

Se deverá afirmar que o Símbolo de Fé do Anglicanismo se encontra no LOC, 1662. E não devemos ter medo de denunciar o erro daqueles, que ainda sendo e chamando-se anglicanos, tem modificado consideravelmente o Livro de Oração Comum, 1662, aceitando práticas, costumes e doutrinas contrárias ao mesmo, como também tem ignorando os 39 Artigos, declarando os mesmos simplesmente um documento histórico.

Devemos considerar o Anglicanismo histórico e clássico aquele que se encontra refletido no Símbolo de Fé da  Igreja de Inglaterra, como tal Igreja continua subscrevendo até os dias de hoje.



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Geração Jovens de Deus


A vida do jovem é marcada pelas fortes paixões. O jovem tem uma capacidade extrema de se apaixonar, seja por pessoas ou por coisas, é o tempo de tomar decisões, fazer escolhas, viver novas experiências, momento único de aventurar-se.


O jovem gosta mesmo é de arriscar-se. Penso que há um certo momento na vida do jovem em que ele não mede as conseqüências, ele simplesmente age e se arrisca. Paro para pensar e avalio que ele em algumas horas não tem termômetro nem medidor de velocidade, deixa-se envolver pela adrenalina, pelo calor, pelo vento que toca o rosto.

É por isso que Deus tem um verdadeiro encanto pela vida do jovem. Não se cansa de fazer convites especiais nesta fase da vida, pois sabe até onde um jovem pode ir quando se envolve em um grande desafio, ele sem dúvidas se entrega.

A palavra mesmo fala “Jovens, eu vos escrevi, porque sois fortes” (1 João 2,14) e ainda “Ninguém te menospreze por seres jovem. De tua parte, procura ser para os que crêem um exemplo, pela palavra, pelo modo de proceder, pelo amor, pela fé, pela castidade” (I Timóteo 4,12). Foi à jovem Maria, de aproximadamente quinze anos, que Ele deu a grande missão de ser a mãe de Jesus. Deus não desconfia de nós, Deus não nos menospreza, Ele acredita no que cada um de nós tem de melhor.

Jovem, Deus quer se unir a todos estes desejos de vitalidade impressos em você, não para extinguí-los, mas para transformá-los, fortalecê-los, utilizá-los no anúncio de Sua presença de amor. Deus quer estar envolvido em nossa juventude.

É maravilhoso, é belo ver um jovem cheio de Deus. Ele não é tímido, é corajoso, é alegre…é vivaz…tem um desejo de envolver outros.

Deus quer se unir a você. Quer selar contigo uma amizade. E você, o que quer viver hoje? Te convido a dizer junto com a Igreja Anglicana Reformada, com milhares de jovens Anglicanos Reformados espalhados pelo mundo: “Queremos Deus”!



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Que está atrapalhando o seu caminhar com Cristo?


Existem coisas na vida que não são pecado, mas atrapalham. Pense em qualquer tipo de corrida. O que pode acontecer se o piloto de uma bicicleta, moto ou carro se desconcentrar por segundos? Ao perder o foco arrisca-se a perder a vida. 

É esta imagem que o autor de Hebreus 12.1 usa: “… depois de eliminar tudo que nos impede de prosseguir e o pecado que nos assedia, corramos com perseverança a corrida que nos está proposta.

Segundo este versículo, dois itens prejudicam o foco da corrida: coisas que nos atrapalham e o pecado. O alerta bíblico deve nos fazer pensar. Existem coisas na vida que não são pecado, mas atrapalham. Quanto ao pecado é simples de admitir que atrapalha, mas coisas que não são pecado podem gerar dúvidas se atrapalham ou não.

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Uma fé sem alicerces


Pesquisa alerta que os cristãos estão negligenciando a leitura da Bíblia.

É impossível pensar em um policial que não conheça o código penal. Ou um motorista que ignore quais são as normas do trânsito. Sem falar dos juízes federais, que, se não forem profundos conhecedores da Constituição, cometerão erros gravíssimos. Até mesmo um árbitro de futebol tem que saber muito bem as regras do jogo para poder exercer bem seu ofício. Assim, todo grupo precisa dominar profundamente as normas e os ensinamentos que norteiam seu procedimento se quiserem caminhar com retidão dentro daquilo que se prontificam a viver. Por isso é extremamente contraditório – para não dizer impossível – dizer-se cristão sem conhecer as Escrituras, estudá-las e meditar nelas, fazendo a tinta sobre papel tornar-se vida e ganhar consequência. No entanto, um estudo realizado nos Estados Unidos revelou que uma esmagadora maioria dos cristãos lê muito pouco o livro onde a verdade e a vontade divinas para cada um de nós são apresentadas: a Bíblia.

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Os Cristãos devem respeitar o governo civil


Estas palavras de Francisco de Assis nos lembra da importância que nossa vida reflete o Evangelho. Deste modo, não sejamos simplesmente palavras e boas intenções que o vento leva com muita facilidade. Hoje, os brasileiros votamos para eleger os Prefeitos e Vereadores que governaram todas as cidades do Brasil.

Qualquer que tenha sido o motivo pelo qual você tem votado por tal ou qual candidato... amanha, será nossa obrigação orar pelos prefeitos eleitos e por aqueles candidatos que poderão ir a segunda volta. Também, devemos ter presentes nas nossas orações e intercessões aos vereadores eleitos. Nas mãos deles, serão tomadas muitas decisões as quais poderão ser para o bem do Brasil e as pessoas, ou não.

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Que é a Confirmação cristã?


A Confirmação Cristã é a decisão pessoal pela qual uma pessoa publicamente faz próprios os votos que foram realizados pelos seus pais e padrinhos no Batismo. Ao mesmo tempo, declara sua fé em Cristo e recebe a imposição de mãos do Bispo para receber a benção da plenitude e batismo do Espírito Santo.

Quando um membro da Igreja deseja fazer esta profissão de fé pública, que chamamos de Confirmação, e receber a oração do bispo pela imposição de mãos o candidato vai por um processo de preparação antes da confirmação. No Anglicanismo, o candidato deve conhecer as doutrinas e ensinos essenciais da fé cristã, como se encontram no Catecismo. Isto é os Dez Mandamentos, o Credo Apostólico, o Pai Nosso e os Sacramentos. Geralmente, isto vai acompanhado de um claro entendimento do que é a Igreja Anglicana Reformada.

Há duas coisas que não devem ser confundidas sobre a confirmação. Uma delas é que a confirmação não faz ninguém membro da igreja. É através do Batismo que uma pessoa é recebida na Igreja. Segundo, a confirmação é a primeira afirmação pública diante de um bispo onde uma pessoa se compromete a seguir a Cristo, como Senhor e Salvador, e o Bispo ora para que esta pessoa seja cheia com a benção do Espírito Santo.

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Entendendo o significado do Batismo


Uma das questões que tem dividido mais os cristãos desde a Reforma Protestante, tem sido sem nenhuma dúvida o Batismo. Sobretudo, o Batismo de crianças. Algumas denominações surgiram a partir da sua posição contrária a este fato; por exemplo, as Igrejas Batistas. Nos acusam de acreditar e praticar um Batismo que não tem nenhuma base bíblica e, inclusive, de estar errados por fazer isso.

Isto não poderia estar mais longe da verdade, embora muitos deles façam proselitismo, tentando influenciar os Anglicanos do seu erro, procurando convencer-nos de que, caso não sejam batizados como adultos em profissão de fé, estão sendo desobedientes à ordem clara de Jesus. Isto tem causado que algumas pessoas questionem a validade do seu Batismo.

Por isso, se faz necessário explicar a base bíblica a partir da qual os cristãos são batizados na sua infância, tendo plena confiança no Batismo, como é realizado na Igreja Anglicana Reformada.

No Livro de Oração Comum, lemos que “o Batismo marca o início de uma jornada com Deus que continua para o resto de nossas vidas, sendo o primeiro passo em resposta ao amor de Deus.”

O Batismo é um sacramento instituído por Jesus Cristo. No Novo Testamento, lemos que Jesus mandou Seus apóstolos, “ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo...”(Mateus 28:19).

No sacramento do Batismo, como na Ceia do Senhor, nós acreditamos que o mais importante é o que Deus está fazendo para nós e por nós - e não o que nós fazemos - embora a nossa participação seja importante. Em outras palavras, nós recebemos a benção de Deus em Cristo pelo Espírito Santo.

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O futuro tem igreja ou a igreja do futuro


Se observamos o presente no Brasil, pensaremos que a Igreja tem um grande futuro, com certeza. Agora bem, se observássemos somente Europa, talvez poderíamos ter outra perspectiva.


Se houvéssemos nascido em País de Gales a finais do século 19, estaríamos convencidos do grande futuro da Igreja nesse país. Lembremos que País de Gales teve um grande avivamento no início do século 20. Deus mudou de tal modo o coração das pessoas que, sem nenhuma obrigação, elas pararam de ir aos jogos de futebol e terminou por não ter mais jogos. As tavernas fecharam, devido a que foram tantos os que aceitaram a Cristo que não voltaram mais a estes estabelecimentos. Hoje em dia, Pais de Gales é um dos países mais secularizados da Grã Bretanha. Encontramos centenas de capelas fechadas e igrejas vazias. Isto faz que me pergunte, se o futuro tem Igreja?

Eu acredito que sim. Acredito que a Igreja do Futuro não será como a igreja do presente, mas será como a igreja do passado. O evangelho requer que os cristãos descubramos, novamente, uma saudável eclesiologia fundamentada na igreja primitiva, mas com os olhos no futuro.

Isto, evidentemente, requer que sejamos capazes de produzir uma mudança de paradigma nas correntes eclesiológicas atuais no Brasil. Temos que amar apaixonadamente a IGREJA, como nunca a temos amado. Ao mesmo tempo, a Igreja precisa recuperar a seu mensagem contra-cultura e sua coragem de ser conhecida pelo amor às pessoas. Ao mesmo tempo, Deus confiou à Igreja o futuro das nações, porque somos embaixadores do Reino de Deus. Inclusive, mais que embaixadores, somos o povo que faz visível o Reino de Deus nas nações.

Por esta razão, tenho a absoluta certeza de que uma nova geração está surgindo em meio do caos. Serão os novos Reformadores do Brasil, e o futuro os pertence. Neles, encontraremos profetas que reformem as paróquias e apóstolos que abram novas paróquias, onde quer que estejam.

Com esta missão e visão, desejo convidar a todos a participar do Culto Inaugural da Igreja Anglicana do Vale do Paraíba em São José dos Campos. Venha estar conosco, às 10.30 horas, este domingo 30 de setembro.

Juntos, vamos fazer história. Seja parte de nós, como nós desejamos ser parte de ti.

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Que é a maçonaria?


No seguinte vídeo, o Venerável Mestre Marcílio explica o que é a Maçonaria. Tomei este vídeo mostrando a visão dos maçons para não ser acusado de manipular aquilo que, realmente, a maçonaria é desde seu próprio entendimento.



Este vídeo mostra vários aspectos interessantes pelos quais acredito que é incompatível a dupla afiliação do cristão, tanto à Igreja como à uma loja maçônica. As Escrituras nos ensinam que não podemos obedecer a dois senhores (Mt. 6.24) e, verdadeiramente, é impossível. Esta dificuldade não vêm de parte da maçonaria, afinal a maçonaria aceita pessoas de todos os credos e religiões do mundo. O questionamento nasce dos próprios cristãos.

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Enfrentando os gigantes, novamente


Nos últimos dois artigos (podem ler aqui e aqui), escrevi sobre as aflições e dificuldades que enfrentamos, como cristãos. Muitas vezes nem percebemos que nos encontramos em meio das tribulações até que, finalmente, Deus nos mostra na sua misericórdia. Como líder, percebeu a importância de estar sempre envolvido das pessoas certas, mas nem sempre esteve. Contudo, a graça de Deus tem sido grande em meio de muitas lutas que temos enfrentado.

Uma das maiores aprendizados que tenho tido nestes anos no Brasil, é que tem mais gente preocupada em destruir e criticar que em construir e edificar. Contudo, muitos deles não são pessoas honrosas e honestas, eles não são homens para dar a cara a cara, somente sabem fazer isso nas costas. Talvez, por isso, a igreja cristã brasileira esteja sendo provada neste tempo para mostrar a madureza da mesma em meio de tanta heresia e doutrinas errôneas que estão sendo propagadas no nosso amada nação brasileira.

"Difícil é saber por mais tempo o que é certo ou errado," me falava com preocupação uma irmã. Com certeza, é difícil, sobretudo impossível se não tomamos tempo para estudar e meditar as Escrituras. Certamente, a maioria de cristãos tem Bíblias em casa, mas poucos tem aberto diariamente a mesma para ler atentamente e meditar no que as Escrituras dizem.

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O Sofrimento na vida do Cristão


Se ontem falei de forma geral sobre o sofrimento e a aflição, hoje desejo ver alguns pontos importantes a ter presentes na vida Cristã, quando enfrentamos as aflições do dia a dia. Muitos deles tenho aprendido através da minha própria caminhada cristã, outros tenho observado em irmãos durante a caminhada juntos. Em qualquer caso, todos eles são, claramente, ensinados nas Escrituras.

Primeiro, podemos sofrer, como resultado de seguir um estilo de vida santificado. Em uma sociedade como a brasileira, que está enferma eticamente e poluída moralmente, algumas pessoas pensam e acham que tudo é a mesma coisa, inclusive entre os “cristãos.” Contudo, existem muitos cristãos genuínos que desejam viver a fé Cristã, custe o que custar. Por isso, não devemos nos surpreender que sejamos humilhados pela nossa fé e nosso compromisso de viver de acordo com Deus, porque aqueles pervertidos morais e pessoas sem escrúpulos, em vez de submeter-se a Cristo, preferem o assassinato de caráter, as mentiras grotescas, a fofoca destrutiva, como uso de calunias e difamações. Possivelmente, fique surpreso na clareza das minhas palavras, mas seguir a Cristo tem um alto preço, e o apóstolo Paulo nos lembra nas Escrituras que devemos “ser santos, porque Eu sou santo” (1 Pedro 1.16).

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As aflições, uma necessidade na jornada


Cristianismo que está livre de sofrimento não é verdadeiramente Cristianismo. Seguramente, tenha ouvido os grandes “homens de Deus na TV” promovendo tesouros e grandes benefícios, se você envia ofertas e dízimos. Infelizmente, muitos são os brasileiros que tem sido enganados com este falso evangelho que promete riquezas, mas entrega desespero. Os únicos que parecem enriquecer com estas atividades são estes falsos profetas dos dias de hoje.

A verdade é que Jesus nos mostra outra realidade bem diferente. Em Marcos 8.31, lemos, “E começou a ensinar-lhes que era necessário que o Filho do homem sofresse muitas coisas, fosse rejeitado pelos líderes religiosos, principais sacerdotes e escribas, fosse morto e depois de três dias ressuscitasse.”

Este texto nos chama a atenção a considerar o Cristianismo nos dia de hoje de uma forma diferente. A fé cristã se vivida verdadeiramente, vai trazer desconforto e aflições. Não estou falando dos atos injustos que muitos cristãos fazem e, depois, são perseguidos pelos seus próprios erros. Estou falando daqueles que, desejando seguir os passos de Jesus, enfrentam as aflições da própria vida.

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Além dos mil anos


Um tratado sobre escatologia e o milênio, em relação ao mandato cultural, o Reino de Deus e uma teologia da esperança para as futuras gerações.

Nem lembro quando foi a primeira vez que ouvi falar do Milênio, nem lembro muito bem o que pensei quando falaram sobre isso. Com certeza, não entendi do que estavam falando.

O Milênio tem se voltado um assunto bem popular entre os cristãos e, inclusive, entre os não-cristãos a partir dos livros e dos filmes da série, “Deixados para trás.” Pessoalmente, isto é a única coisa boa que tenho encontrado nesses livros. Contudo, a posição ensinada em “deixado para trás” tem se convertido na posição mais popular entre os evangélicos americanos e europeus, e, inclusive afirmaria, entre os evangélicos brasileiros.

Devo dizer que sempre fico com um pé atrás quando se tenta fazer toda uma doutrina a partir de um só texto, porque vai dar uma confusão danada. E, realmente, o Milênio dá uma confusão danada, somente precisamos entrar em qualquer fórum de debate para observar os debates apaixonados que acontecem ao redor do Milênio. Agora bem, também, discordo da posição confortável daqueles que desejam ignorar este debate com a desculpa de que o tema divide os cristãos. Os ministros precisamos entender as questões e ter uma posição própria, ainda que reconhecemos nossas limitações de entendimento. Afinal, a congregação local que tem sido confiada a nós, será exposta mais cedo ou mais tarde a estas questões e outras. E temos um dever de cuidar, proteger e instruir as ovelhas confiadas pelo Bom Pastor.

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A Comunhão dos Santos


Se você tem visitado uma igreja anglicana recentemente, talvez, tenha recitado o Credo Apostólico, ou o Credo Niceno. Nele, se encontra uma frase que tem sido muitas vezes mal-entendida, “a comunhão dos santos.”

Esta declaração é uma declaração maravilhosa da graça de Deus, e uma proclamação da Igreja de Cristo triunfante. Contudo, você sabe quem são os santos?

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Deus ainda fala hoje


Uma das grandes verdades é que Deus fala hoje, como sempre falou com seu povo. Hoje, Ele fala através da plena revelação escrita que encontramos nas Sagradas Escrituras, que são conhecidas como a Bíblia.

Que é a Bíblia?

As Sagradas Escrituras são a Palavra de Deus, também conhecida como a Bíblia. A palavra “Bíblia” significa coleção de livros ou biblioteca. Isto é devido a que a Bíblia está formada por 66 livros que estão divididos em duas partes: o Antigo Testamento e o Novo Testamento. Através da Bíblia, conhecemos a história de redenção do povo eleito, a lei de Deus, os ensinos de Cristo, como também aprendemos como Deus nos guia e seu propósito para a humanidade através da história, e entendemos como Deus ainda atua hoje.

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“Fazei isto em memória de mim...”


No Domingo de Ressurreição, Jesus Cristo se fez conhecido aos seus discípulos quando partiu o pão (veja Lucas 24.30-31). Assim, acontece de maneira similar nos dias de hoje, mas espiritualmente, quando participamos da Ceia do Senhor. Sendo um mistério no qual os cristãos tem as mais diversas opiniões a respeito, os cristãos acreditamos que temos um encontro com a presença, graça e poder de Jesus Cristo em uma forma única, quando compartilhamos do Corpo e do Sangue de Cristo juntos em comunhão. O pão e o vinho se fazem um alimento espiritual para nossas almas e nos fortalecem na caminhada cristã pela fé.

Ao mesmo tempo, o povo de Deus renova a nova aliança com o Deus todo-poderoso. Este sacramento nos lembra de que apesar dos nossos pecados, Deus nos elegeu a ser parte do seu povo, a Igreja, sendo justificados pela graça mediante a fé, porque Jesus entregou seu corpo e derramou seu sangue por nós e nossos pecados. Lembramos sua morte, celebramos sua ressurreição e ascensão, e esperamos sua volta. Fazendo isso damos graças pelos benefícios do seu sacrifício, e participando da Ceia do Senhor, fortalecemos nossa união com Cristo e Sua Igreja, porque recebemos o perdão dos pecados e somos nutridos para vida eterna. O novo pacto de Deus com a Igreja se reafirma, uma vez mais.

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O Povo de Deus e os seus ministros


Todos os membros batizados da Igreja Anglicana Reformada são parte integral da Igreja. Estes podem ser membros em plena comunhão quando decidem voluntariamente fazer uma profissão pública de fé e recebem a oração pela imposição de mãos na cerimônia de Confirmação. Assim, podem participar plenamente da vida da Igreja Anglicana.

O povo de Deus segue a Cristo e obedece os ensinos de Jesus e os Mandamentos de Deus. Assim, os membros da Igreja representam a Cristo e sua Igreja ao mundo, sendo testemunhos onde quer que estejam, conforme os dons que tem recebido do Espírito Santo, e sendo embaixadores de Deus no mundo.

Os membros da Igreja Anglicana participam ativamente na vida, no culto e no governo da igreja. Sem eles, realmente não existe Igreja. A Igreja é o povo de Deus. Por isso, cada um deles é um ministro de Deus onde quer que estejam.

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Anglicanos Protestantes ou Anglicanos Católicos


Talvez, tenha ouvido falar sobre os anglo-católicos, ou sobre os anglicanos reformados, ou os episcopais anglicanos. Alguns anglicanos falam que são católicos, outros falam que são protestantes, e outros falam que são tudo isso e muito mais. Então, provavelmente, você possa estar confundido sobre tudo isto, afinal os Anglicanos são protestantes ou católicos?

A resposta pode parecer uma contradição em si mesma, mas a Igreja Anglicana realmente é tanto Protestante como Católica, como todas as igrejas reformadas. Os próprios Reformadores Protestantes fizeram uso do termo “católicos reformados,” porque entendiam que estavam reformando a Igreja Católica dos erros de Roma. Por este motivo, resulta incorreto chamar somente de “católicos” os membros da Igreja de Roma. Na verdade, os termos Protestante e católico não são opostos, ou contrários, como muitos cristãos pensam.

Há Católicos que aceitam e obedecem a autoridade do Papa, o Bispo de Roma. Eles são conhecidos como católicos-romanos. Contudo há outros Católicos que não aceitam a autoridade do Papa, nem aceitam os dogmas ou ensinos da Igreja Católica Romana. Alguns destes Católicos são chamados de Evangélicos, Protestante e Reformados. Entre eles, se encontram os Anglicanos. Portanto, os termos “Protestante” e “Reformados” deveriam ser em oposição com “Romano,” em vez de com “Católico.”

A Igreja Anglicana é Católica, porque é a mesma igreja que a igreja dos primeiros cinco séculos. Assim, continua a fé e prática da igreja primitiva, baseada nas Sagradas Escrituras, afirma os Credos universais, celebra os dois sacramentos de Cristo e o ministério apostólico.

A Igreja Anglicana é Protestante e Reformada, porque afirma as Cinco Solas, as doutrinas reformadas, continua firme contra todas aquelas inovações em doutrina e culto, em que a fé Cristã tem sido desfigurada ou esquecida, permitindo erros, pecados e heresias na Igreja através dos séculos.

Assim, há Católicos que estão em comunhão com Roma, e Católicos que não, como é o caso de todas as igrejas reformadas.

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Os Anglicanos e a virgem Maria


Os Anglicanos não tem nenhuma posição sobre a virgem Maria que não seja aquela que se encontra nas Sagradas Escrituras e se afirma nos Credos universais: Credo Apostólico e Credo Niceno.

Afirmamos seu papel na história redentora da humanidade, sendo através dela que nasceu nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. Maria foi um exemplo de fé e obediência a Deus.

O Reconhecimento de Maria na Igreja Anglicana

A posição especial de Maria dentro do propósito de Deus na salvação, como “portadora de Deus” (theotokos), é reconhecida de várias formas na Igreja.

A Igreja Anglicana afirma nos credos históricos que Jesus nasceu da Virgem Maria, e tem os seguintes dias no calendário cristão em que o testemunho e vida de Maria é comemorada:

Apresentação de Cristo no Templo, comumente chamado A Purificação de Maria a Virgem – 2 de Fevereiro.

A lei judaica requeria a mãe oferecer um sacrifício de purificação e ação de graças quarenta dias depois do nascimento de um filho. Maria cumpriu esta lei quando José e ela apresentaram Jesus no templo.

Anunciação do nosso Senhor a Anunciação da Virgem Maria – 25 de Março.

Neste dia a Igreja comemora a resposta afirmativa de Maria para ser a mãe do Salvador. Esta mensagem foi anunciada a Maria pelo Anjo Gabriel, e, humildemente, ela aceitou o chamado de Deus, “Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra.”

Mas a Igreja Anglicana ora a Maria?

A Igreja Anglicana não ora, ou reza, a Maria, tampouco venera ou adora a Maria, nem os santos. Comemoramos a vida de Maria e os apóstolos, entretanto somente adoramos, veneramos e louvamos ao verdadeiro Deus, o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Acreditamos que Jesus Cristo é o único mediador entre Deus e os homens, e oramos somente ao Pai em nome de Jesus guiados pelo Espírito Santo.

Como os ensinos da Igreja Anglicana sobre Maria se comparam com os ensinos de outras igrejas?

A Igreja Anglicana comparte com as outras igrejas cristãs uma fé comum na Encarnação. Maria é honrada, como a mulher através de quem Jesus, que é homem e Deus, foi concebido e nasceu.

A Igreja Anglicana não acredita na concepção imaculada de Maria, nem a ascensão de Maria, nem tampouco que Maria fosse virgem até a morte. Entendemos que estas doutrinas, ou dogmas, não tem nenhuma base bíblica e são frutos da tradição da Igreja de Roma.

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O Triplo Ministério Cristão


Quando Cristo ascendeu ao céu, Jesus deixou os apóstolos na liderança da sua Igreja na Terra. O ofício de apóstolo foi um ministério único aos primeiros discípulos. De fato, são poucos os cristãos que desenvolveram este ofício na sua plenitude. O termo Grego “apostolos” significa “enviados,” “delegados” ou “embaixadores.” Esta palavra comunica a idéia de alguém que tem sido autorizado para atuar em lugar de outra autoridade e exercer a autoridade daquele que o enviou. Deste modo, os apóstolos de Jesus representavam e exerciam a autoridade de Cristo.

Os requisitos que encontramos nas Escrituras para este ofício de apóstolo são, entre outros, que eles foram comissionados pessoalmente, como apóstolos pelo próprio Jesus (1 Cor. 9.1). Isto aconteceu na maioria dos casos durante o seu ministério no mundo, como foi o caso dos primeiros doze apóstolos (Mat. 10.1-2), ou depois, como no caso de Paulo (Gál. 1.1-17). Existe uma exceção a este caso, que foi quando surgiu a necessidade de escolher alguém que ocupasse o lugar de Judas. O escolhido foi Matias. Ele foi confirmado no ofício por Deus (Atos 1.24-26) e, ainda que ele não tinha recebido sua comissão diretamente de Cristo, foi um testemunho vivo do ministério de Jesus (Atos 1.15-23).

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Compreendendo a Trindade


O maior mistério e maravilhosa verdade do evangelho é o fato de que Deus é Pai, Filho e Espírito Santo. Esta é a fundação de nossa fé e, a partir desta doutrina, toda a estrutura da redenção tem plena compreensão. Esta doutrina tem sido respondida através dos séculos. Ainda hoje, as Testemunhas de Jeová, os Unitaristas e os Mórmons rebatem esta doutrina.

Nunca poderemos compreender plenamente Deus, nem entender com total clareza o seu Ser; contudo, Ele tem feito que possamos conhecer todas as coisas necessárias para nossa salvação e satisfazer os próprios propósitos d’Ele. Deus tem revelado:

  1. A definição da Trindade ensinada.
  2. A verdade da Trindade revelada.
  3. A atividade da Trindade demostrada.
  4. A realidade da Trindade vivida.

I. A DEFINIÇÃO DA TRINDADE ENSINADA.

A palavra “Trindade” não se encontra nas Escrituras, mas foi expressada nelas. Precisamos ser conscientes que muitas palavras que usamos na teologia, não se encontram na Bíblia. Usamos estas palavras, porque são a melhor forma que temos para expressar as verdades divinas. Isto mostra a própria dificuldade de compreender e entender os mistérios de Deus.

Definindo a Trindade

No interior da Divindade, há uma comunidade de pessoas, Pai, Filho e Espírito Santo, com distintos modos de expressão, tendo atributos e propriedades pessoais, entretanto comportam a mesma inseparável essência. Um Deus em Três Pessoas.

Na unidade da Divindade, há três pessoas de uma substância, poder e eternidade. Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo. O Pai não é de ninguém, nem gerado, nem prossegue. O Filho é eternamente gerado do Pai. O Espírito Santo é eternamente procedendo do Pai e do Filho.

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Uma identidade reformada em positivo


Há algumas semanas comecei uma série sobre pensamentos a respeito dos Anglicanos Reformados, com o artigo, “Biblicamente confessamos além das confissões.”

No artigo de hoje, desejo refletir sobre o que faz o Anglicanismo ter uma identidade reformada em positivo.

Os Anglicanos acreditamos em Deus. Como Cristãos, acreditamos em Jesus Cristo, através somente dEle somos reconciliados com Deus e podemos conhecer a Ele pessoalmente. Os Anglicanos, também, acreditamos no Espírito Santo, que foi prometido por Jesus e que foi enviado por Deus, como cumprimento da promessa de Jesus. Portanto, os Anglicanos reformados temos como a base da nossa fé uma fé totalmente, e absolutamente, Trinitária. Isto define quem somos mais que qualquer outro fator.

Não à toa, esta crença no Deus Trino, determina como fazemos as coisas; por exemplo, o Batismo é feito em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Com certeza, todos os Cristãos acreditam na Trindade, e sou consciente disso. MAS o Anglicanismo faz desta afirmação o início na sua confissão de fé, antes de que falamos das Escrituras ou o homem. Os primeiros artigos dos 39 Artigos da Religião falam da Trindade, sendo o centro e a razão da nossa fé Cristã.

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Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o SENHOR


Os cristãos somos cidadãos chamados a ser luz e sal na vida da nação onde Deus nos tem colocado para servir-Lo e ser testemunhos vivos do Senhor, Jesus Cristo.


Na semana passada comecei uma série escrevendo sobre as eleições, especialmente sobre como os cristãos podemos começar a refletir sobre este processo democrático. Sobretudo, tendo em conta de que somos chamados a ser exemplo de vida e glorificar a Deus através do que pensamos, fazemos e vivemos.

Tenho recebido diversos comentários a respeito do meu artigo. Eles tem sido realmente importantes na hora de seguir esta série de artigos sobre as Eleições, e como os cristãos podemos enfrentar este processo.

Uma das questões, sempre é a falta de credibilidade dos próprios políticos. Na verdade, existe uma crise de liderança muito grave no Brasil. Não somente entre os políticos, mas também na Igreja e nas diversas instituições humanas.

Realmente, não podemos negar que existe um problema muito sério de corrupção, responsabilidade e politicagem no interior das instituições de representação e de governo. Contudo, estas tem recebido de Deus poder para desempenhar sua função.

Ignorar este processo, ou votar sem refletir, não vai ajudar a mudar as coisas, ainda que fazer isso não significa que as coisas vão mudar tampouco. A nossa esperança está somente em Jesus Cristo, o Senhor e o Rei. Em qualquer caso, esta última afirmação não deve, nem pode, fazer que sejamos simplesmente observadores, mas devido a que Jesus é Senhor que devemos pensar, entender e refletir neste processo.

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Os Anglicanos se parecem aos Católicos, ou os Católicos se parecem aos Anglicanos


Muitas vezes escuto das outras igrejas evangélicas, comentários dando a entender que os Anglicanos podemos ser católicos-romanos disfarçados, ou como se fala mais agora, "precisamos sair do armário." Esta ideia, inclusive, toma força quando os jornais e a TV fala sobre os Anglicanos que se convertem ao Romanismo. Ainda que, uma minoria, eles conseguem aparecer com grande facilidade nos jornais. Por outro lado, neguem escuta dos milhares de católicos-romanos que são recebidos nas igrejas anglicanas cada ano.

Hoje, recebi no Facebook a foto que você podem ver ao início deste artigo. Esta foto mostra o bispo de Roma, Paulo VI, com a delegação de ministros anglicanos e luteranos que ajudaram a refletir sobre a reforma liturgia que aconteceria no Concílio Vaticano II.

Se observamos a foto, podemos ver que somente os ministros protestantes usam camisa clerical, já que Roma só permitiu o uso da mesma depois do Concílio Vaticano II. Deste modo, observamos como esta prenda de vestir de origem presbiteriano (Igreja de Escócia) terminou sendo usada pelos católicos-romanos pela influencia dos Anglicanos e os Luteranos.

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Está chegando, e já está aqui... ainda tem tempo


Já estão aqui, já chegaram. De que estou falando? Das eleições.

Um ano mais chegam as eleições. Como eu sei, porque o Facebook começam aparecer amigos promovendo um candidato ou outro. E, depois, veio os carros com a propaganda eleitoral. Os jornais falam dos candidatos, e as pessoas começam a perguntar uns aos outros, “e você já sabe a quem vai votar?”

A relação da Igreja e a política vive um situação meio constrangedora. Os púlpitos são abertos aos políticos, existem trocas de avantajes por votos dos crentes, e observamos políticos convertidos a pregadores. Isto se vive com a maior das normalidades, enquanto o escândalo só faz que crescer ao nosso redor.

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"Made in Church of England," coisas que não sabia


Tem coisas que tem sido perdidas na história, e os livros hoje nos mostram outra história. Somente o tempo nos ajuda a perceber a realidade. Assim, que hoje desejo refletir em algumas destas coisas que tenho descoberto na história e que poucos sabem:

- John Smyth (1570-1612) foi um ministro anglicano que é considerado fundador das primeiras igrejas "batistas". O Rev Smyth desejava uma maior reforma, estando insatisfeito com o sistema de governo episcopal e desejando um sistema de governo congregacional. Foi à Holanda, onde conheceu um menonita, que o convenceu de que o único batismo válido era o batismo de crentes. Foi batizado e, ao seu regresso na Inglaterra, fundou as primeiras igrejas batistas.

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Podem as mulheres ser ordenadas pastores?


A questão da ordenação feminina ou, como se fala em certos círculos evangélicos, se as mulheres podem ser pastores, tem causado muito debate no ultimo século. As igrejas pentecostais tiveram desde o seu inicio mulheres que ocuparam lugares de liderança e, recentemente, outras igrejas tem também aceitado a ordenação feminina.

Como anglicano, sempre tenho a tentação de olhar para Inglaterra; não em vão, pois é o nosso referencial histórico do que se conhece hoje como Anglicanismo. Recentemente, a Igreja de Inglaterra está debatendo a permissão da sagração de mulheres ao Episcopado.

Portanto, isso tem reaberto o debate da ordenação feminina. Também foi um tema presente nos corredores da última assembléia de ACNA (Igreja Anglicana na América do Norte), onde a questão da ordenação feminina se encontra, atualmente, nas mãos de cada diocese.

Ninguém pode negar que qualquer denominação tem legalmente o direto de decidir suas normas e formas de agir. O problema é que, como cristãos, não podemos adotar nenhuma decisão que seja contraria as Escrituras. A Bíblia é a última e máxima regra de fé, prática e vida da Igreja.

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Biblicamente confessamos além da confissões


Hoje, desejo começar uma série de pensamentos sobre os Anglicanos Reformados. Entendo que se fala pouco do Anglicanismo, e o pouco que se fala, se fala sem ter consciência. Contudo, são poucos o que percebem a verdade fundamental que o Anglicanismo é uma “religião protestante reformada.”

Muitos desejam negar este fato, mas se existe uma evidência desta realidade, se encontra nas perguntas que o Arcebispo de Canterbury faz a Rainha, ou rei, no dia da sua Coroação, “Você vai manter a lei de Deus e a verdadeira profissão do Evangelho com todo o seu poder? Você vai manter a Religião Protestante Reformada estabelecida por lei no Reino Unido com todo o seu poder? Você vai manter e preservar inviolável a resolução da Igreja da Inglaterra, e à doutrina, culto, disciplina, e governo da mesma, como por lei estabelecida na Inglaterra?”

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Surpreendido por Deus


Tive recentemente a oportunidade de pregar em uma das paróquias da "Free Church of England" (Igreja Livre de Inglaterra). Se nunca ouviu falar desta igreja antes, não se preocupe. Você não é o único. Esta igreja tem sido um testemunho de Cristo desde 1844. Realmente, se paramos a pensar, percebemos que muitas coisas tem acontecido desde aquele tempo.

De fato, ainda não tinha acontecido a chegada dos primeiros missionários de missão no Brasil. Isto aconteceria em abril de 1860, quando A. G. Simonton dirigiu o seu primeiro culto em português; em janeiro de 1862 foi fundada a Igreja Presbiteriana do Rio de Janeiro.

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Os 39 Artigos | Igreja Anglicana



Introdução básica aos 39 Artigos da Religião da Igreja de Inglaterra. Estes artigos são a confissão de fé Cristã das igrejas anglicanas ortodoxas.

Se deseja conhecer o texto dos 39 Artigos da Religião, pode visitar o seguinte link, aqui.

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A realidade dos anglicanos no Censo 2010


Faz uma semana leia interessado os resultados do Censo 2010. As novidades eram que os evangélicos tinham crescido consideravelmente e uma perda importante de católicos romanos.

Fiquei curioso de saber qual seria o número de anglicanos no Brasil, afinal de contas tem surgido diversas igrejas que se chamam "anglicanas." Também, temos observado um forte crescimento da Diocese de Recife no últimos anos e, o surgimento a finais de 2009 da Igreja Anglicana Reformada com o seu crescimento divagado, mais constante, a Igreja Anglicana Reformada tem marcado uma pequena presença.

Abri o relatório do Censo, então repare da minha primeira decepção. Nenhuma igreja anglicana tinha conseguido aparecer, nem os anglicanos como um bloco.

Serio??? Sim, serio.

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Somos 42,3 milhões de ...


Ontem acordei lendo a notícia de que somos 42,3 milhões de evangélicos no Brasil. Acho que os evangélicos de todo Brasil se acordaram com um grande sorriso, enquanto alguma coisa dentro de mim ficou incomodada.

Estava feliz por ser quase tantas pessoas que já conhecem Cristo, mas será que realmente conhecem Cristo? Esta pergunta me surpreendeu nos meus próprios pensamentos. Com certeza, temos quase 25% da população que se chama evangélica e as igrejas estão cheias. Contudo, observo com certo descrédito tantas coisas que vejo neste Brasil amado.

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Quando descobri o Anglicanismo Brasileiro...

NOTA: Este artigo foi escrito em novembro 2010, decidi publicar de novo, com informação atualizada.

Entender o Anglicanismo no Brasil requer conhecer o próprio povo brasileiro, e o estado da religião no Brasil.

Isto tem sido um difícil e triste processo para mim nos últimos três anos. Com certeza, o primeiro contato que tive com o anglicanismo brasileiro foi em 1998 quando estudava no Trinity College em Bristol.

O que vi causou um grande mal estar no meu espírito e agravou ainda mais a crise espiritual que tive causada pelo estado do Anglicanismo de finais dos anos 90.

Em Trinity, conheci um estudante episcopal brasileiro, hoje presbítero, que era um homossexual ativo. Se isto não foi uma surpresa que me deixou sem graça, ainda foi maior minha surpresa ao descobrir que os estudos dele estavam sendo pagos por uma sociedade missionaria evangélica.

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De conversas, bate-papos e um bom café...



Foi com surpresa que, recentemente, participe de uma boa conversa sobre a questão da ordenação da mulher, principalmente foram anglicanos, ainda que tivemos também irmãos de outros igrejas.

A conversa foi digna de “gentleman” (cavalheiros), como é próprio de bons anglicanos. Possivelmente, isto é um dos aspectos que resulta mais agradável das controvérsias entre anglicanos, elas sempre são amigáveis. Foi refrescante que, ainda com as diferencias de opinião, percebemos o fato de que temos muito mais em comum.

Ao mesmo tempo, teve lugar outra conversa bem desagradável no Facebook, onde um troco de idéias acabou com ataques pessoais.

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Nem todo o que se diz “anglicano,” pode ser considerado como tal


O Brasil vive um momento complicado. Todo dia aparecem e, também, desaparecem “igrejas.” Existe uma confusão geral, ninguém sabe mais o que é a igreja e o que não é.

Em 2009, observe que o problema não acontecia somente entre os Anglicanos, as principais igrejas luteranas do Brasil encontravam que o Censo incluía muitas igrejas luteranas, mas elas não existem, leia mais aqui. Evidentemente, este artigo não menciona as diversas igrejas luteranas que podemos encontrar na internet: IECLB, IELB, ILdeR, IENA, IELI, ILR, IELR, AILLB, entre outras.

Encontramos muitas igrejas que se intitulam metodistas, luteranas, batistas, presbiterianas e anglicanas, mas quando analisamos o conteúdo das mesmas, nos perguntamos, se os líderes entendem o que significam estas palavras.

Isto pode parecer de pouca importância para o observador, mas resulta muito doloroso para aqueles cristãos que, por opção pessoal, temos escolhido viver nossa fé Cristã em uma destas tradições cristãs.

Não dá mais para ficar calado, ainda com o temor de cometer uma injustiça com este artigo, preciso denunciar os abusos daqueles que se fazem passar pelo que não são. Assim, desejo ajudar as pessoas sinceras que buscam a verdade com o desejo de que encontrem a direção certa em meio de tanto caos.

Os seguintes pontos ajudarão ao leitor discernir se uma igreja que se chama “anglicana” é realmente anglicana e seria, ou, talvez, seja uma piada.

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Ser Anglicano em tempos de confusão


Ontem, escrevi sobre se era necessário ser parte da Comunhão Anglicana para ser considerado anglicano. Hoje, gostaria de refletir sobre o que faz uma igreja ser anglicana. Evidentemente, se considera uma área controvertida, contudo esclarecerei este ponto básico.

A Igreja Anglicana surge a partir do século 16. Até aquele momento, não se pode falar da Igreja Anglicana, mas da Igreja Celta em um primeiro momento e, depois, da Igreja Inglesa, leia-se a Igreja Católica Romana na Inglaterra.

Uma das questões interessantes é que se lemos diversas obras clássicas sobre Anglicanismo, não encontraremos quase nenhuma referência sobre a “Sê de Canterbury.” Por exemplo, não lembro ter visto nem uma só vez a palavra “Canterbury” na obra prima do bispo John Jewell, “Apologia da Igreja de Inglaterra.”

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É necessário estar na Comunhão Anglicana para ser Anglicano?


Até recentemente, podíamos ouvir com grande insistência que ser anglicano era estar na Comunhão Anglicana. Isto ainda pode ser escutado em alguns círculos no Brasil e outras parte do mundo.

Esta controvérsia não faz muito sentido. Somente se entende, porque, à diferença dos luteranos e presbiterianos, os Anglicanos foram desenvolvidos em igrejas nacionais e regionais, as quais nunca tiveram que encontrar-se com alternativas a ser consideradas. Por exemplo, a IELB e a IECLB ou a IPB e a IPI.

Evidentemente, surgiram diversas igrejas anglicanas que, desde o início, não participaram da Comunhão Anglicana. Estas surgiram como resposta ao movimento romanizante e ritualista. As mais conhecidas são a Igreja Episcopal Reformada dos USA (1873), a Igreja Livre de Inglaterra (1844) e a Igreja de Inglaterra na África do Sul (1938). Contudo, também, existem a Igreja de Inglaterra em Equador (hoje, chamada de Igreja Católica Anglicana de Equador, 1821) e a Missão Cristã da Índia (1897).

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Confesso, amo outra


Pode parecer muito forte esta afirmação, mas é certo. Estou namorado da noiva de outra pessoa. Amo loucamente a Igreja, a noiva de Cristo.

Sou Anglicano, porque amo a Igreja de Jesus Cristo una, santa, católica e apostólica. Sou apaixonado pela Igreja de Deus, sou louco, maluco, namorado, totalmente por ela.

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Benissa, a cidade onde nasci



Levo alguns dias na cidade onde nasci. Me encontrei com parte da minha história, percebi as pequenas mudanças que acontecem em cidade de pouco mais de 12,000 pessoas. As emoções preenchem o coração, as sensações e os pensamentos que se faz difícil esquecer.

Sei que sou fruto desta cidade, Benissa. Sou um filho dela, e reconheço como Deus permitiu na sua soberania que nascera nesta cidade que, nem sempre, aparece nos mapas. Nem sei quantas vezes me perguntei porque nasci aqui, em vez de agradecer pela vida que recebi.

Voltar a Benissa, permite observar o passo do tempo, nas pessoas, nas ruas, na vida, acontecem tantas vezes sem perceber que o tempo nos move adiante, inclusive se não desejamos. O presente nos leva a perceber que, logo, forma parte do passado. Desejamos, às vezes, que o futuro chegue para perceber que, talvez, houvéssemos tido que ser mais agradecidos pelo tempo vivido.

Hoje estou escrevendo desde uma pequena cafeteria onde compartilhei longas horas com amigos, onde muitos sonhos nasceram e outros tiveram seu fim. O tempo não tem passado.

Isto nos leva a refletir sobre a simplicidade da realidade de que Deus não tem tempo. Ele não passa, mas está ai conosco.

Na tranquilidade do presente, longe dos barulhos da vida, encontramos um instante de vida para refletir no caminho.

A tristeza me envolve ao perceber que somos eleitos a ser parte de um povo, de viver como parte deste povo eleito, mas terminamos vivendo em ativismo e ações, esquecendo o presente de Deus e a presença do Senhor nas nossas vidas.

Paro... observo, e percebo que a simplicidade do AGORA é onde se encontra a plena realidade de Deus.

Bebo um pouco mais de café, enquanto agradeço a Deus por estar novamente em Benissa, compartindo este momento com Patrice, enquanto esperamos uma nova vida nascer.

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O mundo muda em poucas horas


Faz somente algumas horas me encontrava em Pindamonhangaba, cidade do interior de São Paulo, agora estou no centro de Lisboa. As diferenças vem sem ser faladas.

Estou sentado em um Starbucks, tomando café e escrevendo ao lado de minha amada esposa. Em Pinda, dificilmente, encontro um lugar que servem um bom café expresso. Também, posso esquecer de ar-condicionado e do conforto que encontro na Europa.

Em poucas horas, o nosso mundo muda e, de fato, de madrugada estava no Brasil, agora em Portugal e esta noite dormirei na Espanha. O mundo muda em poucas horas. E não só de idioma, eu sei que em Portugal falam português. De verdade, falam sim. Ainda que não dá para entender o que falam.

Esta noite, estarei falando catalão e espanhol e, em uma semana, estarei falando inglês. O mundo muda em poucas horas... e nem percebemos, as vezes. Acho que a igreja é muito tribal. Preocupado nas pequenas coisas, do dia a dia, na igreja local, enquanto esquece a igreja na sua mais autêntica catolicidade.

Um fato interessante é que, ainda com todas as mudanças, a catolicidade da igreja é cada dia mais evidente em um mundo globalizado. Observamos os templos, a cruz e as Escrituras, como símbolos que nos lembram da verdade eterna que Cristo vive e tem um povo eleito na Terra.

Talvez, seja esta catolicidade da igreja o melhor remédio aos aspectos negativos da globalização.

Sejamos fiéis ao chamado global de Cristo, enquanto vivemos a fé localmente.

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As mães, o júbilo da igreja


Hoje, se celebra o dia das mães em todo o Brasil. As mães tem um papel muito importante para os filhos, de fato sempre existem fortes emoções a respeito do papel das mães na igreja e na nossa vida. Infelizmente, nem todos podem celebrar o dia das mães sem pensar em uma situação terrível que viveram. Isto nos lembra que ainda vivemos em um mundo em pecado.

Por este motivo, desejo refletir um pouco sobre o papel da mãe. Isto não significa que o pai não seja importante. Ele é, sem dúvida. Muitas vezes aquilo que a mãe pode dar, e dá, aos seus filhos, é fruto direto daquilo que ela recebe da sua relação com seu marido. Se ela recebe apoio, alegria e paz, isto é o que dará aos filhos. Se ela só encontra expectativas falsas, promessas vazias e frustrações, então atuará desse jeito. Isto mostra a importância da harmonia em casa, e o papel único da mãe.

Ser mãe não é um ato individual e solitário, mas deve ser vivido em comunidade e companheirismo. Isto se faz possível na Igreja, na família e na sociedade. Cada uma destas comunidades tem um papel que muitas vezes é negligenciado, sendo que isto causa transtorno no decorrer do crescimento da própria mulher, como mãe, esposa e filha.

Assim, nem a igreja, nem o governo, tem direito de educar ou ensinar os filhos, sem a permissão dos pais. A mãe será grande influenciadora nos anos mais importantes da vida dos seus filhos.
Hoje, precisamos celebrar o dia das mães refletindo cada um de nós que valor tem as mães para a igreja, a sociedade e a família. Não é suficiente agradecer com presentes por este dia, mas precisamos recuperar valores únicos que as mães aportam a cada aspecto da vida, de tal forma que possamos nutrir, educar e crescer homens e mulheres tementes de Deus.

Que Deus abençoe a cada dia as nossas mães e a todas as mulheres.


Nota: Por isso, caros irmãos, hoje me tocou fazer o almoço para minha esposa, e cuidar dela com amor e carinho.

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Corre, corre,... que vão te pegar


Um amigo meu fez esta foto. O engraçado é que conseguiu captar uma imagem realmente engraçada. Vemos a criança correndo, dando a impressão que está tentando escapar de alguma coisa. Enquanto lemos no mural da igreja, "Pensas que podes escapar de Deus?"

Vivemos um ressurgir do ateísmo na Europa e América do Norte. Isto não deveria surpreender. A Igreja não está vivendo os melhores momentos da sua história na Europa. Eu não sou alarmista, nem acredito que tudo esteja perdido, mas reconheço que as coisas estão difíceis para os cristãos nesta geração.

Na última década, eu conheço as dificuldades que existem na Espanha. Eu plantei 3 igrejas na Espanha onde não existia nenhuma igreja evangélica, e ajudei a plantar outras duas. Algumas delas já não existem, ainda que a presença evangélica continua presente nessas cidades. Graças sejam dadas a Deus.

Muitos podem pensar que isto não pode acontecer no Brasil. Tem pessoas que pensam que podem escapar do julgamento de Deus. Contudo, estão errados. Eu já vi as consequências do juízo e a justiça de Deus... e tenho temor, medo. Deus é um Deus de amor imenso, mas também é um Deus zeloso pela sua santidade e seu nome.

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Vivendo a Soberana Bondade de Deus pelo Prisma de Cristo


Na edição anterior de “A Espada e a Espátula” escrevi sobre que ser reformado não é principalmente uma forma de pensar sobre as questões de fé, é um caminho e estilo de vida. Explanei como a vida de um cristão deve ser vivida tendo a Cristo no coração das nossas vidas. Se temos a Cristo, como centro e Senhor; com certeza, temos a Deus como Pai.

Também, colocamos que um compromisso intelectual com certas teologia, realmente é só isso, intelectual. Portanto, esta não tem nenhum valor na nossa vida, se a nossa forma de pensar não reflete na nossa forma de viver. Isto se faz visível na forma em que louvamos e adoramos a Deus.

Nós Reformadores somos um povo que damos somente glória a Deus em todas as coisas. No artigo de hoje, gostaria refletir sobre que produz em nós este desejo verdadeiro e sincero.

Leia mais

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O livro mais vendido, será o livro mais lido


Se fala que a Bíblia é o livro mais vendido de todos os tempos. Este fato, inclusive, tem sido uma realidade em tempos mais recentes. Contudo, comece a pensar, se o fato de ser o livro mais vendido significa que ele também o mais lido.

Tenho quase certeza que a maioria de jovens que tem Harry Porter term lindo o livro, mas será que é assim também com as Escrituras?

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Não nascemos ontem


A maioria dos cristãos não tem problemas em começar uma nova igreja sem mais. Esquecer dos costumes e práticas cristãs, e começar o Cristianismo todo de novo. De fato, isto não pode ser considerado uma Reforma, mas um Recomeçar do zero, já que reformar implica fazer algo novo do que já existe, e o que muitos líderes cristãos tem feito é recomeçar tudo do zero a partir da sua interpretação das Escrituras. Isto é o que tem acontecido uma e outra vez desde a Reforma Protestante. Talvez, não era o que pretendiam os reformadores, mas é o que tem acontecido de fato.

Acho interessante demais, quando vejo uma placa de igreja e leio nela o nome do fundador, "apóstolo ou profeta ou bispo ou missionário." A Igreja tem esquecido inclusive que a Igreja foi fundada pelo próprio Jesus Cristo.

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A prostituição da igreja


Este artigo poderia ser o tema de um livro e, possivelmente, poderíamos ter diversos capítulos. Já pensei em escrever, mas ainda está na pasta de projetos para ser realizados. Na verdade, faz tempo que desejava escrever sobre a prostituição da igreja, contudo sempre deixei para lá.

Na verdade nem o título é meu. Foi dado pela minha esposa faz uns meses. Chegou um momento que os absurdos observados, chegavam longe demais. E ela falou que a igreja estava sendo prostituída. Achei interessante a colocação dela.

A conclusão de que estamos em um momento onde a igreja se está prostituindo, vem de uma constante observação do que acontece na igreja hoje.

As igrejas já não tem preocupação do caráter dos seus líderes e, ainda menos, se os cristãos estão vivendo, como discípulos. Somente, se preocupam se os templos estão cheios de pessoas. Isto tem causado todo tipo de absurdos, como igrejas que vivem de campanhas, cada uma mais criativa e absurda que a outra. Até distorciam o evangelho a tal ponto que neguem reconhece mais a igreja.

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Assembléia de Westminster e os 39 Artigos da Religião



Através do anos, tenho ouvido diversas teorias e opiniões sobre o papel dos 39 Artigos da Religião no processo de redação da Confissão de Fé de Westminster. Alguns falam que estes tiveram pouco impacto, outros acham que, talvez, tive mais do que damos credito.

B.B. Warfield foi da opinião que se pode encontrar muito pouco dos 39 Artigos na Confissão de Fé de Westminster. Pessoalmente, sempre achei que os teólogos de Westminster tinham sido influenciados pelos 39 Artigos.

Recentemente, encontrei com grande surpresa o livro, ‘The Westminster Assembly: Reading its theology in historical context’ (P&R, 2009), onde o autor, Robert Letham, defende que a Confissão de Westminster uso extensivamente os Artigos e foi a partir deles que se desenvolveu a redação da confissão de Westminster. Ele afirma assim,
Os 39 Artigos foi uma fonte principal para a Assembléia. A Assembléia estava fortemente em linha com a tradição dos Reformadores Ingleses. Se os documentos da Assembléia fossem uma torta de queijo (cheesecake) magnificente, então a crosta crocante solida é Cranmer. Se tivéssemos que supor que eles são um suculento pescado frito, então as batatas, sal e vinagre vem da tradição dos primeiros Reformadores Ingleses” (P. 81).

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Raízes da Perseverança


Sempre gostei muito de ler biografias e as histórias daqueles que seguiram os passos de Jesus. Nelas, encontrei muitas vezes a força para seguir adiante.

Recentemente, tive uma grande surpresa a encontrar o livro, 'Raízes da perseverança,' escrito por John Piper e publicado no brasil pela Editora Tempo de Colheita. Neste livro, lemos sobre a vida de John Newton, Charles Simeon, e William Wilberforce.

Se você ainda não tem lido este livro, então, realmente, recomendou você ler. Primeiro, porque encontrará vidas de verdadeiros homens de Deus que marcaram uma momento da história e mudaram a história. Segundo, porque enfrentaram sofrimento ao longo das suas vidas e se mantiveram firmes pela causa do Reino de Deus.

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A infalível Palavra de Deus


Sempre devemos ter cuidado ao colocar credos e confissões de fé ao lado das Escrituras, porque fazendo isso estaremos cometendo o mesmo erro que a Igreja de Roma faz na Idade Média. Naquele tempo, o catolicismo-romano errou gravemente ao colocar a tradição ao lado da Bíblia e considerar igual a ela.

John Jewel, o grande apologista anglicano (1522-1571), escreveu:
"Que dizemos dos Pais, Agostinho, Ambrosio, Jerome, Cipriano?... Eram homens formados, instrumentos da misericórdia de Deus e vasos cheios da graça. Não desprezamos eles, de fato lemos, reverenciamos e damos graças a Deus por eles. Todavia... não devemos fazer eles a fundação e garante da nossa consciência: não devemos por nossa confiança 'neles.' Nossa confiança é no nome do Senhor."
Hoje, encontramos muitas pessoas nas nossas igrejas que colocam sua confiança em pastores, na fé, na sua igreja, ou na confissões de fé, mas esquecem de colocar sua total e plena confiança somente em Jesus Cristo.

Isto acontece, exatamente, porque as pessoas não acreditam no fundo na infalibilidade da Palavra de Deus. Não percebem o que 2 Timóteo 3.16-17 diz, "Toda a Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça; a fim de que o homem de Deus tenha capacidade e pleno preparo para realizar toda boa obra."

Quando temos tantas Bíblias e a um preço tão econômico, nada justifica o analfabetismo bíblico que existe nos nossos dias. Estamos na hora de voltar a enfatizar, ajudar e desenvolver um verdadeiro hábito de leitura, meditação e estudo da Palavra infalível e inspirada de Deus.

Este foi a grande obra da Reforma e, sem dúvida, a maior herança dela. Se seguimos os ensinos das Escrituras, então ela será capaz de reformar e renovar a Igreja e edificar em toda verdade o povo de Deus.

Sola Scriptura!!!

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