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Sobre a Sexualidade Humana

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Uma posição e compreensão da sexualidade humana fundamentada nas Escrituras Sagradas e as posições históricas da tradição Anglicana Preâmbulo Os seres humanos foram criados a imagem de Deus para ter uma relação intima com Seu Criador e uns com os outros (Gênesis 1.26; Mateus 22.37-39; João 17.3; 1 João 4.11-12). Desde o inicio, Deus criou o ser humano em dois gêneros, homem e mulher (Gênesis 1.27). Uma expressão amorosa e bondosa do Seu caráter, o homem e a mulher declaram Seu satisfação profunda e apaixonado desejo. Ambos eram criaturas com desejo por intimidade sexual pela sua própria natureza, e Deus planejou que eles poderiam alegrar-se na sua masculinidade e feminidade. Sua criação era “muito boa” (Gênesis 1.31). Não tinha nada incompleto ou vergonhoso sobre o que tinha sido criado. Masculinidade e feminidade dá a base principal para o ser humano definir sua personalidade e sua relação com Deus e com os outros (Salmo 8.3-6; Salmo 100.3; Isaías 43:1, 3, 4; Jeremias 1:5; 1 Joã

Obra de Deus para fazer boas obras

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"Pois somos obra de Deus, criada em Cristo Jesus para fazer boas obras, que Deus preparou antecipadamente para nós fazermos." Efésios 2:10 Como leu isto, espero que leve um minuto para considerar o que significa ser obra de Deus. Pensa bem: o Deus que criou o universo também te formou no ventre da tua mãe. Isso é o que o salmista estava falando no salmo 139:13 quando ele disse: " Porque você criou meu íntimo ser; você me tricotou no ventre da minha mãe " - e Deus disse ao Jeremias, o profeta: " Antes de eu te formarno ventre eu te conheci, antes de você nascer eu te formei; eu te designo como um profeta para as nações." Da mesma forma, Deus criou-te com um propósito em mente. Nada sobre ti é um acidente. Nada é normal em ti. Você é original porque Deus é o artista, o criador. Só há um tu, e foste criado por Deus, como Isaías 43:7 diz, pela sua glória. Sê encorajado a ver-te como Ele te vê. E se ainda não o fez, porque não lhe pergunta o que ele

Crescendo na Graça - Do pecado depois da Conversão

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Nem sempre é fácil compreender a maravilhosa graça. As pessoas pensam, "se somos salvos pela graça, sem ter a necessidade de fazer obras para agradar e ganhar o favor de Deus, então que nos vai impedir de seguir pecando? Ou fazendo o que eu quiser?" As pessoas que fazem esta pergunta, ainda não perceberam que a graça de Deus nos alcança e nos liberta do pecado. Não somos mais a mesma pessoa, nem temos a mesma natureza, ainda que evite no coração as tentações e a debilidade da carne. O cristão não é alguém que não peca, é alguém que não se agrada dele e se entristece diante do pecado que habita nele. O cristão não é uma pessoa perfeita, sem defeitos, somente é uma pessoa que acredita em Deus e deseja seguir os passos de Cristo pelo poder do Espírito Santo. É uma pessoa que está sendo transformada dia atrás dia. Por isso, diariamente, peca contra Deus, porém se arrependem e busca o auxilio do Espírito santo para ter uma vida transformada mais a imagem de Cristo. O artigo

Crescendo na Graça - Das Boas Obras

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O prévio artigo de fé aprendíamos sobre a centralidade da doutrina da justificação do homem. Hoje, estaremos aprendendo do papel das boas obras na vida cristã. O artigo de fé diz, ARTIGO XII - DAS BOAS OBRAS Ainda que as Boas obras, que são os frutos da Fé, e seguem a Justificação, não possam expiar os nossos pecados, nem suportar a severidade do juízo de Deus, são, todavia, agradáveis e aceitáveis a Deus em Cristo e brotam necessariamente de uma verdadeira e viva Fé; tanto que por elas se pode conhecer tão evidentemente uma Fé viva como uma árvore se julga pelo fruto. A clareza evidência a verdade a qual somos expostos através do artigo de fé. Ele esclarece as práticas e ensinos tão preeminente na Idade Média, onde as pessoas acreditavam que seriam capazes de pagar os seus pecados através das boas obras. Estas boas obras poderiam ir desde um peregrinarem ao jejum em certos dias do ano. Porém, os Reformadores Ingleses rejeitaram tal ideia, como sendo verdadeira. Ainda que compr

Crescendo na Graça - Justificação da fé

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Ainda lembrou a primeira vez que converse com um amigo sobre a maravilhosa graça de Deus, como é expressada no artigo de fé de hoje. A resposta dele foi de total rejeição. Ele ficou chocado diante da ideia de ser feitos justos separados das boas obras. Eu não compreendi a reação. Tentei convencer o meu amigo, porém sem sucesso. "Como um assassino ou ladrão pode ser perdoado somente por ter fé?" Esta foi a maior dificuldade. As pessoas são conseguem enxergar que a salvação é conseguida através do próprio mérito e boas obras. Eles conseguiram mostrar assim que são dignos de ser filhos de Deus. No entanto, eles ficam escandalizados diante do ensino do artigo de fé de hoje: ARTIGO XI - DA JUSTIFICAÇÃO DO HOMEM Somos julgados justos diante de Deus, somente pelo mérito de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo pela Fé, e não por nossos próprios méritos e obras. Portanto, é doutrina mui saudável e cheia de consolação que somos justificados somente pela Fé, como se expõe mais am

Crescendo na Graça - Livre Arbítrio

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Hoje nos adentramos em um dos temas que tem causado uma quantidade inestimável de posts nas redes sociais, especialmente nos grupos de debate e teologia do Facebook. Não são poucos os textos, memes, artigos, livros e debates que têm sido escritos e criados para defender uma posição ou outra. Ao final, o ser humano tem livre arbítrio ou não? A resposta se encontra no âmbito e compreensão do artigo de fé de hoje: ARTIGO X - DO LIVRE ARBÍTRIO A condição do Homem depois da queda de Adão é tal que ele não pode converter-se e preparar-se a si mesmo, por sua própria força natural e boa obras, para a fé e invocação a Deus. Portanto, não temos o poder de fazer boas obras agradáveis e aceitáveis a Deus, sem que a graça de Deus por Cristo nos preceda, para que tenhamos boa vontade, e coopere conosco enquanto temos essa boa vontade. A questão de livre arbítrio traz controvérsia, porque alguns consideram que a negação do livre arbítrio significa que somos simplesmente fantoches nas mãos de

Crescendo na Graça - Pecado Original

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Os cristãos sempre ensinamos que o evangelho é as boas novas de Cristo, porém nem todos compartilhariam tal ideia, devido a que as boas novas têm um lado não tão amável, de fato a realidade do pecado é terrível. Isto causa estupor para aqueles que não compreendem, nem conseguem aceitar toda a ideia do pecado original. A maioria das pessoas têm na mente que as crianças são inocentes, e boas, não tem nada de ruim nelas. Porém, todo o conceito de pecado original vai encontrar o pensamento popular que prevalece na sociedade de hoje. "Como pode ser que uma criança recém-nascida seja já pecadora?", diz o mundo diante de tal afirmação. O ensino bíblico do pecado original é inegável, porém existe uma dificuldade em aceitar que tal seja o caso. Possivelmente, seja a mesma reação que muitos pacientes de doença terminal tem quando ouve a notícia. Será que realmente somos pecadores? O artigo de fé de hoje nós ensina sobre esta doutrina, ainda que impopular, não deixa de ser parte e