Calvin e Cranmer, uma conversa sobre a unidade da Igreja


Um dos episódios menos conhecidos da Reforma do século 16, foi o desejo do arcebispo Thomas Cranmer de organizar um concilio geral das igrejas protestantes. Este desejo veio da necessidade que Cranmer via de unir as igrejas protestantes que estavam desunidas em uma só igreja protestante com uma mesma confissão e forma.

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David Watson, o grande evangelista anglicano do século 20



Se existe um homem de Deus desconhecido da maioria dos cristãos atuais, tenho certeza que é David Watson. O Reverendo David Watson impactou fortemente toda uma geração de cristãos na Grã Bretanha, e foi usado por Deus para trazer muitas pessoas a Cristo.

Foi um defensor da unidade entre os cristãos. De fato, teve um amizade intensa e sincera com John Wimber, fundador das igrejas Vineyard. Estes dois homens de Deus chegaram ao acordo de que Vineyard não seria estabelecida na Inglaterra, mas eles fizeram uma parceria para que os ensinos do Reino fossem ensinados através do ministério do Rev David Watson e outros cristãos anglicanos. Isto foi um exemplo de unidade de coração.

Watson estudou em Wellington College e St. John's College, onde teve seu encontro com Cristo. Ele teve uma relação próxima com E. J. H. Nash e participou do seu ministério na universidade. Isto aconteceu por convite de David Sheppard, que mais tarde seria bispo de Liverpool.

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A Importância da Teologia

Uma das questões que podem ser debatidas intensamente entre os círculos cristãos é a importância da teologia nos dias de hoje. Tem igrejas que apontam a teologia como a causante das divisões e conflitos nas igrejas. Outros entendem que a teologia é fruto do homem, e não de Deus.

Em meio disso, encontramos mais e mais igrejas que não estão fundamentadas nas Escrituras e tem uma teologia pobre. Isto tem feito com que doutrinas alíneas às Escrituras tenham entrado nas igrejas cristãs.

A teologia nos ajuda a refletir e resolver estes problemas através do estudo da Palavra de Deus e a reflexão humana (razão e tradição).

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George Whitefield, um dos grandes pregadores anglicanos


O Rev. George Whitefield viveu de 1714 a 1770. Na sua vida adulta, era tão conhecido quanto qualquer outra figura pública nos países de língua inglesa. Com apenas 22 anos, era um dos mais destacados proponentes do movimento religioso que sacudiu aqueles países, que seria conhecido como o Grande Despertamento. Talvez se possa dizer que só a Reforma Protestante e a Era Apostólica tenham ultrapassado o fervor espiritual que Deus derramou neste período.

O Rev. George Whitefield pregou na Inglaterra, na Escócia, no País de Gales, em Gibraltar, em Bermudas, e nas colônias norte-americanas. Sua vida serviu de inspiração e tocha para vários outros pregadores contemporâneos e posteriores. Eram homens de fervor que procuravam entregar suas vidas 100% a Cristo Jesus.

A seguir, alguns fatos a respeito da sua juventude, conversão e preparação para o ministério.

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São Alban, o primeiro mártir Anglicano



Alban foi o primeiro mártir Cristão na Inglaterra. No livro, História Eclesiástica do Povo Inglês, Venerável Bede escreve que Alban era um pagão vivendo em Verulamium (agora a cidade de St. Albans na Inglaterra), se converteu ao Cristianismo, e foi executado por decapitação no morro sobre a população romana de Verulamium.

A data da execução de Alban nunca foi estabelecida com total certeza. Possivelmente, foi morto no final do século III ou princípio do século IV.

A morte de Alban foi causada pelas seguintes circunstâncias: Alban recebeu na sua casa um presbítero Cristão fugitivo. Através do testemunho deste presbítero, ele se converteu e foi batizado por ele.

Quando as autoridades conheceram estes fatos, enviaram os soldados romanos para levar preso o presbítero. Nesse momento, Alban trocou as vestes dele pelas do presbítero. Alban foi levado preso identificado como o presbítero, devido a que estava usando as vestes e hábito do presbítero. Ele foi aprisionado na Ilha de Chantry.

Quando Alban foi levado diante do magistrado, este ficou furioso pela ação de Alban e ordenou que o castigo que tinha sido recebido pelo presbítero fosse dado a Alban, se ele realmente tinha sido convertido ao Cristianismo.

Naquele instante, Alban declarou, “Adoro e louvo ao Deus vivo e verdadeiro que criou todas as coisas.” Estas palavras ainda são usadas na Abadia de St. Alban.

Devido a sua declaração, Alban foi condenado à morte e sacrificado aos deuses romanos. Ele foi levado até o cume do morro, e a sua cabeça foi cortada. Hoje, encontramos a Catedral de St. Alban onde ele foi morto.

Esta é a história do primeiro mártir cristão na Inglaterra.

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A realidade espiritual e a falsa materialista



Vivemos em uma sociedade fortemente materialista. Isto faz com que desejemos ver e tocar para poder acreditar. Nossas orações estão dirigidas a Deus, principalmente como petições. Infelizmente, poucas são as orações em que levantamos pedidos para sermos mudados ou para glorificar a Deus simplesmente.


Não em vão, aqueles que não acreditam, perguntam, “se Deus existe, onde está? Eu não o vi.” Isto me lembra as pessoas que um dia foram cristãos, mas, agora, não o são, porque Deus não respondeu suas orações, petições.

As músicas cristãs hoje falam sobre sentir, perceber a presença, ver a Deus, e tantas outros aspectos que envolvem nossos sentidos e nossas emoções. Existe um profundo desejo de viver com intensidade. Tal desejo surge do medo a viver vidas insignificantes em meio de bilhões de pessoas que convivem conosco no planeta Terra.

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Que é a Teologia?



A teologia significa, literalmente, a ciência (ou estudo) de Deus. Em outras palavras, a teologia estuda as coisas concernentes a Deus. A teologia nasce da concepção de que Deus existe e, ainda mais, que é possível conhecer a Ele e aos seus desígnios.


Com certeza, o leitor poderá pensar que existem pessoas que não acreditam em Deus, mas estudam e fazem teologia. Isto é certo. Agora bem, acreditar, ou não, na existência de Deus, não faz sua existência mais real ou menos. Simplesmente, crer muda as perspectivas das pessoas que acreditam em Deus, como não acreditar também faz isso. Ele vai fazer uma diferença na vida das pessoas, quando profundamente conhecemos a Deus.

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O Natal pode acontecer todos os dias


Tenho recebido vários e-mailes que defendiam a ideia de que Natal seria todos os dias. Em certa maneira, não estão errados. A essência da celebração do Natal deve ser presente nas nossas vidas cada dia. Esta essência é simplesmente que Deus se faz homem para a salvação do mundo.

Contudo, acho que existe um pequeno,aliás, grande, erro neste pensamento: Se enfatiza a evangelização sobre o evento celebrado, o Natal. Acredito de todo coração que precisamos evangelizar todos os dias. Ao mesmo tempo, sei que a missão da Igreja não é só evangelizar. Ela é mais profunda. A Igreja está chamada a fazer discípulos de Cristo.

Celebrar o Natal, é caminhar e lembrar nossa história como povo de Deus. De onde viemos? Quem somos? Onde estamos indo como povo de Deus?

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