A força de transformação do ensino


O papel do ensino é fundamental para transformar qualquer nação e definir um futuro cheio de esperança. Sem uma boa formação, estaremos condenado as próximas gerações a mediocridade.


"Temo que as escolas venham a ser portas abertas para o inferno, a menos que diligentemente trabalhem explicando as Sagradas Escrituras, colocando elas no coração dos jovens. Não aconselho ninguém a colocar seu filho onde as Escrituras não reinem supremas. Qualquer instituição em que os homens não estão permanentemente ocupados com a Palavra de Deus termina corrupta." Martin Lutero

Martin Lutero começo uma revolução na educação quando ele traduz a Bíblia ao alemão e, através da imprensa, conseguiu fazer chegar a Bíblia aos alemães do século 16.

Isto desperto a necessidade de ensinar as pessoas ler, assim poderiam ler e estudar a Bíblia. Aquilo foi o principio de uma revolução que levo as igrejas protestantes estar a frente da luta pelo ensino de qualidade para todas as pessoas.

Educação no Brasil


Infelizmente, estamos vendo movimento muito preocupantes no Brasil de hoje. Ontem leia com surpresa um artigo na revista Veja, “Os adversários do bom português.”

Nele, podíamos ver como uma corrente de professores e pedagogos estão aplicando a doutrina de que não existe um português errado. Em outras palavras, este artigo que não foi corrigido e, no qual você poderá ver alguns erros de português, está na verdade bem escrito. E o problema, na verdade, é que você tem preconceito linguístico contra mina pessoa.

Absurdo, certo! Porém, é certo. Não estou brincando.

O livro, “Por uma via melhor,” que está sendo usado em escolas publicas e privadas, foi pago e distribuído pelo Ministério de Educação (MEC) e, inacreditável, decidiu que não vai retirar eles das escolas.

Entendo que precisamos tratar todas as pessoas com respeito, mas não podemos permitir nossos filhos ser educados na ignorância e a incapacidade de ser melhor cada dia. A excelência é um valor bíblico.

O mais preocupante é que isto está acontecendo em um país onde “ao final do ciclo escolar, 62% dos estudantes são incapazes de interpretar textos, onde 1 milhão de vagas abertas pelas empresas brasileiras não podem ser preenchidas por falta de gente qualificada.” (Revista Veja, 25 de Maio de 2011)

E que falar da igreja, onde pastores chegam as mais terríveis interpretações bíblicas e heresias por falta de ser capazes de entender o texto a ser ensinado. Como vai ser a igreja do futuro?

Ao mesmo tempo, o governo brasileiro quer proibir e, inclusive, persegue aqueles pais que por responsabilidade e amor aos filhos, determinam que a melhor opção é ensinar os seus filhos na lar.

Um país que tem sido convencido de que o esquerdismo é a solução dos problemas de hoje, faz que os valores cristãos tem sido ignorados. Portanto, o estado brasileiro entende que os pais não são os responsáveis pela educação dos filhos, mas é o estado e o governo. Por isso, ele decide o que devem e podem aprender os nossos filhos.

Infelizmente, os pais cristãos tem aceitados as premissas socializantes, e tem esquecido que a educação é responsabilidade dos pais. Estes tem direito a escolher a educação que devem receber seus filhos. O estado tem uma função subsidiaria diante do fato de que como pessoas precisam trabalhar para manter as famílias. Por isso, o estado recebe permissão dos pais para socorrer eles na educação do seus filhos.

O estado não tem direito, nem autoridade moral, para determinar o que é melhor pra nossos filhos. Como pais e, ainda mais, como cristãos, precisamos começar a tomar uma posição ativa na educação dos nosso filhos.

A crises social começa com a crises familiar


Hoje, estamos diante um Brasil onde os valores cristãos estão quase desaparecidos na vida publica. Os políticos roubam sem a menor das preocupações. Os brasileiros observam aceitando o que acontece, porque eles gostariam fazer o mesmo se estiveram no lugar dele, conforme pesquisas publicadas em diversas revistas brasileiras.

Sem o ensino das Escrituras na escola e em casa, não podem existir os valores que ajudem a mudar o Brasil de hoje.

Os pedagogos e acadêmicos criticam os cristãos por ter uma mentalidade fechada diante de diversos temas que desejam ensinar nas aulas. Porém, eles não querem reconhecer o preço que a sociedade está pagando por ensinar “educação sexual,” religiões africanas, agenda LGBT, proibição de atos disciplinarias, ensino sem qualidade, politicas partidistas de ensino, etc.

O resultado é sem dúvida um maior nível de violência nas escolas, um crescimento no uso de drogas, rebelião nas escolas e professores sem autoridade nenhuma para poder controlar crianças que nascem e crescem em famílias totalmente desestruturadas.

Quando não existem valores claros e absolutos, o resultado sempre será caos.

Uma educação sem disciplina, excelência e princípios bíblicos vai ser uma porta aberta para que o inferno seja feito presente na vida das pessoas.

E seguem atacando o Cristianismo...


Diante desta situação, poderíamos pensar que os governos perceberiam a importância de voltar aos modelos reconhecidos e aplicados com sucessos no ensino e educação das nossas crianças, mas isto não é o que está acontecendo.

De fato, as novas correntes na educação no Brasil seguem na mesma linha que tem levado o Brasil em um estado de crescente caos educativo.

Portanto, a voz cristã está sendo ignorada no modelo educativo atual. Ao mesmo tempo, Marcos Bagno, professor da Universidade de Brasília (UnB), consegue ser o exponente da nova ortodoxia educativa. Ele foi o criador do termino “preconceito linguístico” em um livro do mesmo nome lançado na década de 1990.

O próprio MEC está querendo impor uma agenda claramente favorável a LGBT. Permitindo que os Cristãos sejam mostrados como fundamentalistas e a cosmovisão cristã como anacrônica e irrelevante.

O Cristianismo está sendo atacados e, inclusive, vemos pastores e líderes cristãos que terminam acreditando a premissa humanista de um país secular e laico.

Nossa resposta, como Igreja


Diante disto, os cristãos precisamos seguir os ensinos de Cristo de orar por eles (1 Timóteo 2:1-2; Mateus 5:44).

A igreja não pode seguir sendo irrelevante. Precisa despertar e abrir o jogo nas ruas, mercados, trabalho, escolas, e na comunidade em geral.

Se desejamos fazer isto seriamente. Então, vai requer que tenhamos um entendimento claro e veraz do que Deus diz sobre o ensino das crianças:

·               As crianças cristãs precisam ser ensinadas a fé e valores Cristãos em casa e, também, na igreja (Deuteronômio 4:8-9; Salmos 78:5-6; Efésios 6:4). Precisamos entender que não podemos esquecer de áreas tão importante como a sexualidade (Efésios 5.3), as relações humanas e a Santidade da Vida.
·               Não podemos seguir acreditando aqueles que falam que a educação não pode ter valores absolutos. De fato, aqueles que falam isso tem valores absolutos e lutam para impor sua posição no resto da sociedade. Ao mesmo tempo, a educação não pode ser uma mistura de crenças ou ideias, como tentam mostrar alguns “expertos.”
·               Oração e estudo bíblico deveria ser parte da educação das crianças cristãs. As crianças põem entender o Evangelho como os adultos, e tem um coração aberto a Deus (Mateus 19:14).
·               Crianças precisam aprender o temor a Deus e obedecer Ele (Deuteronômio 31:13; Deuteronômio 32:45-47).
·               A cosmovisão Cristã reconhece que Deus é soberanos sobre todas as coisas (Salmo 24:1). A ciência nos ajuda a entender melhor a criação de Deus (Salmos 19:1; Romanos 1:20). Na história, podemos ver a humanidade caída interagindo em busca da salvação, as promessas e o juízo de Deus (1 Crônicas 16:14). As artes expressam que Deus é um Deus criador e que temos recebido este dom de Deus.
·               Todas as Escrituras mostras que a educação dos filhos recai sobre responsabilidade dos pais. Portanto, são os pais, e não o estado, quem devem escolher e controlar as escolas, os curriculum e os professores. 
·               As crianças desobedientes devem ser disciplinas (Provérbios 29.15) com permissão dos pais. Sem duvida, não podemos cair no abuso de poder, mas a disciplina tem resultados positivos na formação do caráter das pessoas.
·               Deus promete benções e prosperidade aqueles que obedecem estes mandamentos (Deuteronômio 6:1-9) e avisa das consequências da desobediência (Deuteronômio 28:32; Juízes 2:10-11)
·               Deus mostro o perigo das filosofias humanas que se opõem as Escrituras (Colossenses 2:8; 1 Coríntios 1:20).
·               Educação é muito mais que a escola (Deuteronômio 6:7). As crianças aprendem também com o que vem, leem e a influencia de amigos e os seus ídolos (1 Coríntios 15:33).
·               Educação é muito cara. Cristãos podem ajudar dando tempo e dinheiro para promover uma educação cristã, de qualidade e excelência entre as pessoas que tem menor poder aquisitivo (Deuteronômio 15:11). O governo deveria ajudar com descontos nos impostos para aqueles que ajudam através de doações a educação.

As escolhas diante de nós


No Brasil, hoje só podemos escolher entre escolas publica sou privadas. Esta proibido as educação em casa.

Uma das tragédias atuais é que se pagam muitos impostos e se recebe pouco. Portanto, qualquer pai prefere enviar os seus filhos a uma escola paga, porque sabem que tem maior possibilidade de sucesso na vida.

Na verdade, todos terminam pagando, se não é na escola; então, será na universidade.

Agora bem, é imoral que os pais tenham que pagar impostos para que os filhos recebam uma educação de qualidade e, o que recebem, é uma educação de muita baixa qualidade, mas forte componentes doutrinários, onde as crianças não estão prontas para enfrentar o mercado laboral.

A Igreja precisa promover um novo modelo de educação onde as crianças podem ser preparadas para o mundo do futuro, e crescer firmes no caminho do Senhor.

MAS eu não sou cristão


Talvez, você não seja cristão e, portanto, não quer que seu filho seja educado nesses valores. Por isso, falamos que são os pais quem decidem a educação dos filhos. Escolas diferentes tem etos diferentes.

Evidentemente, os cristãos desejamos oferecer a melhor educação pra seus filhos. Porém, é a decisão dos pais, qualquer que seja sua situação financeira.

Não podemos esquecer que muitos pais que não são cristãos, enviam seus filhos a escolas cristãs, porque recebem uma educação de maior qualidade.

Que podemos fazer?

·               Decida ensinar o caminho do Senhor aos seus filhos.
·               Estuda as Escrituras neste texto, e pense como poderias viver elas na sua família.
·               Estude as diversas opções de ensino na sua região.
·               Falei com sua igreja para desenvolver um fundo de bolsas financeiras para ajudar as famílias que não podem enviar os seus filhos as escolas cristãs.
·               Estudar a possibilidade de criar escolas-cooperativas entre pais cristãos.
·               Falei com seus filhos e os professores sobre o que estão aprendendo na escola.
·               Veja ou insista ver o material que eles estão estudando.
·               Serve, se possível, no conselho escolar.
·               Seja voluntario para ajudar na escola. Por exemplo, se fala inglês poderia dar aulas de reforço aos alunos.
·               Falei a favor da educação cristã em debates públicos na sua escola, radio, ou escreva em jornais da sua cidade ou revistas.
·               Mostrei sua indignação quando é atacada a educação cristã.




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3 comentários:

  1. O livro didático "por uma vida melhor" não diz em momento nenhum que falar "os livro" é o correto. Quem fala isso é a revista Veja (Renata Betti e Roberta de Abreu Lima), devido a falta de interpretação do texto.

    Em outra coisa que a revista se engana. Falar e escrever são habilidades diferentes, e modernamente não existe "certo e errado" no idioma, e sim se é adequado para a comunicação.

    Se o objetivo da comunicação é cumprido, então a variação linguística esta correta. Afinal, a função de um idioma não é estar correto, mas manter uma comunicação entre as pessoas.

    Nem precisando explicar todo o livro didático, usando apenas a própria noticia, o segundo texto grifado pela revista Veja reforça a ideia de que o aluno precisa dominar *as duas variantes* linguísticas. Portanto não diz que "Nós pega o peixe" é o correto. diz apenas que é uma variante popular que pode ser usado para comunicação.

    No modelo moderno de ensino do idioma português(inclusive a Lingua Portuguesa), não é mais adequado ensinar gramática para interpretar texto. Nunca funcionou bem.
    O foco do ensino moderno é interpretação de texto, e ensinar o aluno a entender um texto. Uma vez ensinado, parte-se para um pouco de gramática.
    A Gramatica e a interpretação de textos pode ter um desempenho bom juntas. Mas não são necessárias uma para a outra.

    É perfeitamente possível escrever um texto gramaticalmente errado, e ainda sim ser entendido por milhões de pessoas, sem gerar dúvidas.

    Como também é possível como escrever textos sem nenhum erro de ortografia e gramatica, mas não tenham sentido nenhum. Ligando nada a lugar algum.

    Com isso o livro cobre bem o papel de ajudar os alunos a interpretar melhor os textos, sem criminaliza-los ou confundi-los com as desnecessidades gramaticais.

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  2. Caro Leo-PR, permita-me algumas considerações:
    1) 'modernamente não existe "certo e errado" no idioma, e sim se é adequado para a comunicação'
    Resp.: todo desvio é um erro, seja em se tratando de gramáticas, seja do objetivo da escola; ninguém deve ensinar variações para pessoas que querem aprender o padrão, principalmente quando essas variações já fazem parte de seu cotidiano.

    2) "Se o objetivo da comunicação é cumprido, então a variação linguística esta correta"
    Resp.: para se fazer compreender, não é preciso variação linguística: cada pessoa tem recursos para se expressar (inclusive de modo diferente em relação ao outro); o que está em debate é o uso de uma ferramenta comum, padronizada, e que está sendo diminuída em seu valor;

    3)há "uma variante popular que pode ser usado para comunicação"
    Resp.: existem dezenas!, mas estamos tentando, inclusive nesse blog, usar algo que todos compreendam, na construção das palavras, ao invés de escrevermos livremente e deixarmos para a estatística as chances de que outra pessoa compreenda nosso modo próprio de escrever e falar.

    4) "É perfeitamente possível escrever um texto gramaticalmente errado, e ainda sim ser entendido por milhões de pessoas, sem gerar dúvidas."
    Resp.: para isso, esses milhões de pessoas devem possuir um nível de escolaridade parecido; se houver alguém mais instruído a ler esse texto, essa pessoa irá perceber buracos, falhas, inconsistências e dúvidas que irão comprometer sua leitura e interpretação.

    5) "Como também é possível como escrever textos sem nenhum erro de ortografia e gramatica, mas não tenham sentido nenhum. Ligando nada a lugar algum."
    Resp.: o fato de ser possível escrever algo assim, como já aconteceu (inclusive no meio científico, para demonstrar a falácia de alguns conceitos), não autoriza ninguém a generalizar o uso de variantes que são, suposta teoricamente, adequadas para repassar uma mensagem: seria tomar uma exceção de um caso para generalizar o uso de outras alternativas mais naturais para quem utiliza, algo como dizer que, já que o câmbio de uma Ferrari é muito duro, o melhor é usar um carro popular com as marchas mais macias.

    6) "Com isso o livro cobre bem o papel de ajudar os alunos a interpretar melhor os textos, sem criminaliza-los ou confundi-los com as desnecessidades gramaticais."
    Resp.: discordo em todos os sentidos; tenho a sensação de que tudo isso é uma suposta "superproteção" de pretensos "coitados" que não aprenderam as letras, e de que a confusão (ou guerra entre linguístas e outros) é tão gramatical quanto ideológica; a propósito, não entendi o fato de alguém ser confundido por gramáticas desnecessárias, ainda mais quando são apresentadas outras gramáticas além da norma culta, o que, ao meu ver, é o cerne da confusão.

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  3. Agradeço as repostas e o debate aberto aqui aos dois.

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