Mulher Virtuosa - Dia da Mulher



Nesse mês de Março comemoramos o dia da mulher. Realmente uma data para se comemorar, pois as mulheres têm cada vez mais se destacado na sociedade, dando grandes contribuições a ela. Não é diferente no meio cristão. Hoje já existem pesquisas que afirmam que as mulheres já são maioria nas igrejas. E elas têm sido uma grande bênção na vida da igreja do Senhor Jesus. Apesar do grande machismo existente nas culturas descritas na Bíblia, encontramos a menção de grandes mulheres que têm muito a nos ensinar. E hoje, em homenagem às mulheres, gostaria de destacar 7 atitudes de mulheres da Bíblia que todo cristão deveria imitar.

Dia da mulher: 7 atitudes de mulheres da Bíblia que todo cristão deveria imitar

1-) A humildade de Maria, mãe do Senhor Jesus

Maria foi escolhida dentre diversas moças para ser a mãe do Salvador. Talvez isso pudesse trazer ao coração dela certo orgulho, certa altivez. Mas ela declarou algo que todos nós precisamos declarar diariamente a Deus: “Então, disse Maria: A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegrou em Deus, meu Salvador, porque contemplou na humildade da sua serva. Pois, desde agora, todas as gerações me considerarão bem-aventurada…” (Lc 1:46-48). A humildade de Maria em se colocar nas mãos de Deus e cooperar com o Senhor na grande missão do Salvador é algo realmente fascinante, que todo crente deveria imitar.

2-) A perseverança na oração de Ana

Ana não tinha uma vida fácil. Seu marido Elcana havia se aproveitado da tradição para ter duas mulheres (1 Sm 1:2). E ainda por cima Ana era estéril, algo que era considerado como uma espécie de maldição em sua época. Era desprezada pela outra esposa do marido e carregava grande tristeza no coração por conta de tudo isso (1 Sm 1:6). Mas não desistiu de seu objetivo de ter um filho e não se entregou à murmuração, antes, foi perseverante na oração e pode declarar: “ela concebeu e, passado o devido tempo, teve um filho, a que chamou Samuel, pois dizia: Do SENHOR o pedi.” (1Sm 1:20)

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3-) A coragem de Maria Madalena para superar o passado

A Bíblia diz que Maria Madalena era uma endemoninhada. Jesus expeliu dela sete demônios (Lc 8:2). Não temos muitos detalhes do passado dessa mulher, mas, certamente, não foi um passado que agradasse a Deus. Mas essa mulher teve a coragem de superar o seu passado negro e ser uma grande serva do Senhor Jesus. Ela é mencionada sempre em companhia dos discípulos e foi a primeira a saber e crer na ressurreição de Jesus Cristo (Mt 28:1). Foi uma mulher que mostrou uma superação inigualável, um verdadeiro retrato da transformação que Deus opera na vida das pessoas.

4-) A sabedoria de Mirian para superar as crises

O Faraó havia determinado que cada egípcio deveria matar os meninos que nascessem às hebreias (Ex 1:22). Essa ordem colocou em risco a vida de Moisés, que era ainda um bebê. Mas a estratégia da mãe de Moisés e Mirian, sua irmã, salvou a vida Dele. Mas não foi fácil. A menina Mirian mostrou uma sabedoria grandiosa ao seguir o menino que fora colocado num cesto no rio, convencendo a filha de faraó a entregar o menino à própria mãe para que cuidasse dele por um tempo (Ex 2:7). Ela salvou a vida de Moisés com a sua forma sábia de lidar com as situações adversas!

5-) O temor de Deus da prostituta Raabe

Raabe é menciona na Bíblia como sendo uma prostituta. A Bíblia não esconde o que ela era. Mas também não esconde a mudança que estava ocorrendo no coração dela. Na conversa que teve com os espiões de Israel, que ela escondeu em sua casa com o objetivo de protegê-los, ela nos mostra um grandioso temor a Deus: “Ouvindo isto, desmaiou-nos o coração, e em ninguém mais há ânimo algum, por causa da vossa presença; porque o SENHOR, vosso Deus, é Deus em cima nos céus e embaixo na terra.” (Js 2:11). Uma grande confissão de temor ao Senhor. Considerando que Raabe vivia em meio a um povo pagão a declaração dela mostra quão grande foi o temor dela. Tão grande foi a atitude dela diante de Deus, que ela faz parte da genealogia de Jesus Cristo (Mt 1:5)

6-) O fervor missionário da mulher samaritana

A mulher samaritana, como todos sabem, teve um grande encontro com Jesus próximo de um poço onde foi buscar água (Jo 4:9). Jesus revela a ela os erros que ela tinha cometido no passado e no presente e traz a ela uma palavra muito poderosa que impactou o coração dessa mulher. Resultado? O fervor missionário tomou conta do coração dessa mulher, que pregou as palavras de Jesus ao seu povo, que não O conhecia: “Quanto à mulher, deixou o seu cântaro, foi à cidade e disse àqueles homens: Vinde comigo e vede um homem que me disse tudo quanto tenho feito. Será este, porventura, o Cristo?! Saíram, pois, da cidade e vieram ter com ele.” (Jo 4:28-30)

7-) O caráter da mulher virtuosa sem nome de provérbios

Os últimos versos do livro de provérbios são dedicados a louvar o caráter de uma mulher que não tem nome, mas que bem poderia ser algumas das grandes mulheres de Deus que existiram e existem em nossos tempos. Essa mulher apresenta virtudes no cuidado da família, do marido, dos filhos. Na forma honesta e dedicada com que trabalha. No exemplo que dá ao próximo, na forma sabia com que vive sua vida, etc. Esse texto mostra um resumo das qualidades das mulheres de Deus e como elas são importantes.

Finalizo esta homenagem a todas as mulheres virtuosasa com um lindo verso que provérbios dedicado a elas:
“Enganosa é a graça, e vã, a formosura, mas a mulher que teme ao SENHOR, essa será louvada.” (Pv 31:30)

Fonte: André Sanchez


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Filho de Deus



O Filho, que é o Verbo do Pai, gerado da eternidade do Pai, verdadeiro e sempiterno Deus, e consubstancial com o Pai, tomou a natureza humana no ventre da bendita virgem e da Sua substância; de sorte que as duas inteiras e perfeitas Naturezas, isto é, Divina e Humana, se uniram em uma Pessoa, para nunca mais se separarem, das quais resultou Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem; que verdadeiramente padeceu foi crucificado, morto e sepultado, para reconciliar Seu Pai conosco, e ser vítima, não só pela culpa original, mas também pelos atuais pecados dos homens. - Artigo 1 — Do Filho de Deus, que se fez verdadeiro homem, Os 39 Artigos da Igreja da Inglaterra.


Cristianismo é unicamente diferente de qualquer outra fé, não somente nos seus ensinos sobre a Trindade apresentado no Artigo 1, mas particularmente na compreensão da pessoa e obra de Jesus Cristo, que é o tema do Artigo 2.

Historicamente, este artigo substancialmente reproduz o terceiro artigo da Confissão de Augsburg de 1530. Este foi pensando para resumir o ensino sobre Jesus dos credos Niceno e Atanásio, com a frase sobre eterna geração e consubstancialidade adicionada em 1563 dos Artigos de Wurtemberg (quando os originais 42 Artigos de Cranmer foram sintetizados nos 39 Artigos). Somente na sua última frase, referindo-se à expiação, trata uma área de controvérsia com respeito ao catolicismo romano. No seu contexto histórico, estava mais preocupado para articular as verdades credal acordadas universalmente sobre Jesus sobre e contra algumas revisões anabatistas das heresias antigas.

O que é essencial para nós conhecer sobre Jesus Cristo, de acordo ao Artigo? Três coisas: como Ele é verdadeiramente Deus, como Ele é também verdadeiramente humano, e como Ele é nosso Salvador.

Jesus é verdadeiramente Deus, porque sua essência ou substancia é divina, Ele tem uma completa e perfeita natureza divina. Ainda assim, sendo completo na sua Divindade, Ele tem uma relação eterna e perfeita com o Pai. Ele é gerado da eternidade; isto é sua “eterna geração”, que significa que ele é totalmente Deus e ainda assim distinto em relação ao Pai, como um Filho.

Ser Filho (Filiação) aqui enfatiza, não que ele era “nascido” em tempo pelo Pai, que é a antiga heresia de Ario contra a qual o Credo Niceno foi escrito em 325 d.C.. Mas sim que Ele é Deus da mesma forma que o Pai é Deus. Nem faz a filiação de Jesus implica que Ele é inferior ao Pai; a analogia da ordem do Pai e Filho não é alguma coisa obrigando o filho em relação ao Pai, mas é a expressão livre e eterna da sua relação na Trindade. Somos somente conscientes desta relação, porque, como a “Palavra” do Pai, o Filho expressa perfeitamente e completamente a única vontade e revelado proposito de Deus.

Para os seres humanos para ser capazes estar em uma relação pessoal real com este Deus vivo, é necessário que Jesus seja também verdadeiramente humano. Jesus se fez completamente e perfeitamente humano pela encarnação, pela concepção miraculosa no ventre de uma virgem (pelo qual era foi “abençoada”). Desse modo, Ele adquire uma essência ou substancia que é realmente, completamente, e perfeitamente humana. Pela encarnação, dois naturezas perfeitas e completas se unem juntas em una Pessoa. Este entendimento era o fruto de séculos de reflexão pela igreja, expressada no Artigo.

O Filho é “verdadeiramente Deus”. Ario negou isto em 325, mas uma criatura divina não é digna de adoração, nem um revelador verdadeiro de Deus. O Filho é “verdadeiramente homem.” Isto é uma declaração contra a heresia Apolinária (360 d.C.) que negava a verdadeira humanidade de Cristo dizendo que ele era somente uma mente divina em um corpo humano, o que fazia a justiça da sua vida irrelevante e infrutífero para nos seguir.

O Filho é “uma Pessoa, nunca a ser dividida”, contra Nestorianismo em 431, que negava a unidade da Pessoa de Cristo, dizendo que ele era dois pessoas unidas em um tipo de “matrimonio”. Deste modo, a humanidade de Jesus se fazia somente um bom exemplo humano para nos, não uma revelação divina.

O Filho é “um cristo, verdadeiro homem e verdadeiro Deus”, em contra Eutiquianismo em 451 que negava a distinção das duas naturezas de Cristo que houvesse significado que Jesus tinha um tipo de natureza diferente a nossa e, portanto, não houvesse podido tomar nosso lugar na expiação.

Tendo estabelecido a perfeita humanidade e divindade de Jesus, o Artigo resume como Ele é único e perfeitamente o salvado do Seu povo. A salvação é primeiramente arraigada nos eventos históricos autênticos da crucifixão e morte de Jesus. Na sua natureza humana, Jesus “verdadeiramente sofreu, foi crucificado, morte e sepultado”, em contra a heresia Docetista que diz somente parecia que fosse assim.

A ressurreição de Jesus é afirmada depois no Artigo 4, mas o Artigos 2 estabelece que o ponto alto da obra de Cristo é sua morte, e tem um alto preço, que revela o profundo amor dele pelo Seu povo. A morte de Jesus primeiramente consegue dois coisas: reconciliação e expiação. O propósito de Jesus na morte era “reconciliar Seu Pai conosco”, que é uma frase pouco usual, as Escrituras dizem mais comumente de nos ser reconciliados a Deus. Contudo, o Artigo estabelece o ponto que nosso problema real pelo qual Jesus morreu, não está em nós, que nos temos caído e brigado com Deus, mas que nosso pecado merece a ira justa de Deus, e somente a morte como pênalti satisfaz nossa transgressão da Sua santidade.

Esta é a razão pela qual Jesus é nosso Salvador sendo “um sacrifício”. Um adequado, perfeito sacrifício morrendo no nosso lugar, uma expiação substitutiva, satisfazendo a justiça de Deus, não somente pela “culpa original” (que é a mesma que o “pecado original” visto desde a perspectiva de Deus), mas também nosso “presente atual”. Esta última referência é dirigida especificamente contra o ponto de vista Católico Romano que ainda que a morte de Jesus trata com o pecado original, requere os sacrifícios das Missas para tratar com nossos pecados atuais. Porém, o Artigo declara que o único sacrifício perfeito de Jesus é suficiente em se mesmo para expiar todos os pecados do mundo. Este também enfatiza que a expiação de Jesus faz muito mais que fazer a salvação um potencial para qualquer um explorar; em vez trata com nossos pecados atuais e reais específicos. Sua expiação é objetiva e definitiva.

Em resumo, Jesus Cristo é único. Não há outra pessoa que é tanto perfeitamente Deus e perfeitamente homem e, portanto, capaz para revelar verdadeiramente Deus e se identificar completamente conosco. Somente Ele pode ser o Mediador entre nos e Deus (Artigo 7). Portanto, somente Ele é qualificado para ser o sacrifício que expia nossos pecados, nos traz reconciliação e perdão. O Artigo estabelece como slogan a verdade: NÃO CRISTO = NÃO DEUS; CONHECER CRISTO = CONHECER DEUS.

Rev Dr Rob Munro é o Reitor de St Mary’s Cheadle, Deão Rural de Cheadle, e Presidente do Conselho de Fellowship of Word and Spirit.


Artigo publicado no site de Church Society, um ministério anglicano evangélico da Inglaterra.



Tradução: Bispo Josep M. Rossello Ferrer



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Santíssima Trindade

Há um único Deus, vivo e verdadeiro, eterno, sem corpo, indivisível não sujeito à paixões, de infinito poder, sabedoria e bondade; Criador e Sustentador de todas as coisas visíveis e invisíveis. E na unidade desta Divindade há três Pessoas, da mesma substância, poder e eternidade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. - Artigo 1 — Da Fé na Santíssima Trindade, Os 39 Artigos da Igreja da Inglaterra.


Para ser Protestante, precisamos ser católicos. Este é o ponto central do Artigo 1, e o fundamento seguro sobre o qual todos os Artigos estão construídos.

Espera um momento, talvez você pense, “a Reforma não tratava sobre ir contra o Catolicismo, rejeitar os seus erros?”

Aí está o segredo da questão – os Reformadores Protestantes eram somente contra a Igreja Católica romana, porque eles perceberam que tinha deixado de ser verdadeiramente católica. A palavra “católico” significa “universal,” portanto ser “católico” significa acreditar o que a Igreja sempre tem acreditado. Isto é o que afirmamos no Credo Apostólico quando dizemos que acreditamos na “santa igreja católica.”

No século 16, a Igreja de Roma tinha se desviado tanto das verdades reveladas na Escritura, que não era possível reconhece-la mais como “católica.” Eram os Protestantes os que eram os verdadeiros católicos. Eles não estavam se separando da igreja, eles estavam voltando a ela.

E, assim, quando os Reformadores Anglicanos escreveram os Artigos, eles mostraram esta convicção profundamente clara. Ele estavam voltado as essências, de volta a fé verdadeira, a fé incorrupta, a fé proclamada na Palavra de Deus, a fé articulada pelos grandes campeões da ortodoxia da igreja.

Isto é o porque dos 39 Artigos não começam com temas polêmicos, como o papel do Papa, mas indo ao tema mais central de todas as crenças cristãs: que há um só Deus, que é Pai, Filho, e Espírito Santo.

É fácil para a doutrina da Trindade parecer arcaica ou, inclusive, irrelevante para nos. Não é o tema que seja ideal para manter teólogos acadêmicos no emprego, contudo tem preciosidades para oferecer aos crentes no banco?

Com certeza, é verdade que o Artigo 1 é rigoroso e rico teologicamente. Contém o ar de século de reflexão estudiosa sobre o testemunho bíblico da natureza de Deus. Anglicanos podem ter confiança aqui, o que acreditamos não foi colocado rapidamente na parte de atrás de uma postal de visita, mas foi passada cuidadosamente através de centenas de anos.

De fato, boa teologia não é inimigo de relevância pastoral, mas sua precondição necessária. Artigo 1 é, deste modo, supremamente pratica.

Observe o Deus que nos convida a considerar.

Aqui está um Deus que em nada se parece a mim. Eu sou mortal, Ele é eterno; eu sou físico, ele é “sem corpo”; estou totalmente a mercê das minhas emoções; Ele é sem paixões. E a lista continua: frequentemente não tenho poder, Ele tem “infinito poder”; sou estupido com frequência, Ele é perfeitamente sábio; eu sou pecado, Ele é Bondoso.

Este distanciamento implacável do caráter e natureza de Deus da nossa é, talvez paradoxalmente, profundamente consolador. Não estou colocando minha fé em outra criatura, ou um “Eu” maior no céu, uma projeção simples dos meus próprios fracassos e manias. O Deus revelado na Bíblia, afirma no Artigo 1, é o único Criador (“o criador e sustentador de todas as coisas”), e isto significa que está fora e sobre todas as coisas.

O Deus que governa o cosmos, que conta cada fio sobre minha cabeça, é perfeitamente bom e sábio, Ele sabe o que está fazendo com minha vida. O Deus que mantém o universo em ser, e que me dá cada suspiro de ar, está presente plenamente em cada momento da minha vida, inclusive quando eu me sento sozinho e abandonado. O Deus que é eterno, que é a própria Vida, só Ele pode me oferecer a verdadeira esperança na face da minha própria morte, e no meio da sombra do túmulo.

Mas há ainda muito mais a ser dito, porque este Deus é “três Pessoas, de uma sustância, poder e eternidade”. Deus não é um solitário mona, dependente na sua criação para permiti-lo relacionar e amar. Deus é relacionamento, Deus é amor. Ele é a eterna, amorosa, alegre comunhão do Pai, do Filho, e do Espírito Santo. Em outras palavras, Deus não precisa de mim para ser Ele mesmo, antes de que nada existirá, Ele amou.

Isto também é maravilhoso, noticias liberadoras para nos escutar. Porque isto significa que Deus não me criou como parte de um acordo Ele fez, ou relacionado a mim sobre a base de quid pro quo. Significa que a salvação Ele oferece não depende de mim cumprir certos requisitos, mas pode ser recebido por mim livre como um puro presente puro, sem condições. É uma salvação dada somente pela graça, através somente da fé.

E esta é uma verdade que os Reformadores Anglicanos especialmente queriam recuperar. Isto é o motivo pelo qual foram de volta as essências no Artigo 1, de volta a Trindade, de volta a o próprio Deus. Porque eles sabiam que para ser Protestante, necessitávamos ser católicos.

Para mais informações sobre a ideia que Deus é “sem paixões”, veja este artigo da edição recente de Churchman, ou este artigo breve sobre Formulary Friday.

Rev. Dr. Mark Smith é o Capelão de Christ’s College, Cambridge, e o novo editor revisor de Churchman.

Artigo publicado no site de Church Society, um ministério anglicano evangélico da Inglaterra.

Tradução: Bispo Josep M. Rossello Ferrer


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