O amor é a força mais poderosa do mundo



O amor é a força mais poderosa do mundo. Tenha absoluta certeza disso. O Reino de Deus é o Reino construído no amor, porque Deus é Amor. Na Divindade da Trindade, existe amor entre as três pessoas da Divindade. O amor é o elo que liga pessoas umas com as outras e com Deus. Ele nos faz querer ser melhores, porque ele nos transforma de pecadores em santos pelo Espírito Santo. O verdadeiro amor não depende de quem recebe amor. Ele depende somente da fonte do verdadeiro amor, Deus. Assim, a pessoa que ama decide amar porque quer amar, porque ela foi primeiro amada pelo nosso Pai do Céu. O amor é uma decisão poderosa que transforma aquele que decide amar verdadeiramente, assim também muda aquele que recebe o amor incondicional.

Não existe um amor igual ao amor de Deus, porque só esse amor, através de Jesus, pode transformar as nossas vidas e nos completar. Deus é amor. Seu amor serve de exemplo para construir nossas vidas. Nós devemos amar os outros de forma incondicional, como Deus nos ama.

Esta é a jornada que começa com uma simples decisão de seguir o Mestre, Jesus Cristo. Nossas vidas, assim, se formam e conformam ao estilo de vida de Jesus, do seu nascimento a sua morte e ressureição. Cristo é a promessa feita realidade em cada vida que decide seguir o exemplo do Mestre.

O que diz Bíblia sobre Amor

"O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta." - 1 Coríntios 13:4-7

Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.” Romanos 8:38-39

Amados, não vos escrevo mandamento novo, mas um mandamento antigo, que tendes desde o princípio. Este mandamento antigo é a palavra que ouvistes. Contudo é um novo mandamento que vos escrevo, de vos ameis uns aos outros, o qual é verdadeiro nele e em vós; porque as trevas vão passando, e já brilha a verdadeira luz." 1 João 2:7-8

Amar é a melhor decisão, e começa com a decisão de perdoar e mudar através da obra do Espírito Santo na sua vida, na minha vida, na vida da Igreja de Cristo.

Sejamos esse amor para as pessoas que encontramos na jornada da vida, começando neste instante.

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Mensagem de Natal 2016



Em Lucas 2,10-11, lemos estas palavras, “Mas o anjo lhes disse: “Não tenham medo. Estou trazendo boas-novas de grande alegria para vocês, que são para todo o povo: Hoje, na cidade de Davi, nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor.”

Vivemos em uma era onde receber boas notícias, tem se convertendo em um luxo, pouco a pouco. Quem não precisa receber boas novas? Neste tempo, onde vivemos uma crise financeira sem precedente na nossa geração e mudanças rápidas no mundo, inclusive um alto grau de confusão sobre o futuro da Igreja de Cristo.
Diante de tal situação, quem não precisa uma boa palavra amiga? Como encontrar esperança enfrentando os temores? Onde ir para encontrar sabedoria na hora de tomar decisões?

A notícia do nascimento do Salvador, anunciada aos pastores de Belém, foi uma boa notícia que não eliminou as notícias anteriores, nem as boas, nem as más. Ela despertou, sem nenhuma dúvida, uma reação otimista sobre o futuro e fez ressurgir esperança, como sabemos pela reação dos pastores que glorificaram e louvaram a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto. Também, temos os magos do Oriente que saíram em busca do recém-nascido para adorá-lo e, por outro lado, o rei Herodes desejava matá-lo e, deste modo, se livrar de um possível problema futuro. Diante do perigo pela vida de Jesus, Maria e José tiveram que fugir para o Egito, evitando desta forma que o menino Jesus fosse assassinado.

O Evangelho nos revela um contexto de tensão e conflito. A família alegre pelo filho nascido, porém, obrigada a fugir posteriormente para terras estrangeiras, sendo refugiados, buscando um futuro melhor. Egito, assim, se converteria no Seu lar por um tempo. O Salvador do Mundo teve que viver na sua própria experiência o que significava ser um refugiado, porque sua vida estava em perigo.

Imaginemos, por um instante, como seria recebido como uma boa notícia a mensagem por parte do Senhor de que José, Maria e Jesus podiam agora voltar a Israel, porque já não existia mais perigo. Uma boa notícia faz bem e traz a esperança tão necessária; especialmente, neste tempo, quando passamos por situações de dificuldade, como doença, desemprego, desavença, desprezo, solidão, medo, aflição.

Às vezes, nos encontramos em tal escuridão que parece o fim do túnel nunca irá chegar. Por exemplo: os refugiados sírios poderiam perfeitamente contar suas histórias de desesperança e desespero. Porém, em meio da tragédia, um número crescente deles tem descoberto o Deus vivo, Jesus, que se fez homem e deu esperança a humanidade. A fé surge como um raio da esperança com o choro do menino Jesus. O mundo sem amor tem a maior demonstração de autêntico amor na Encarnação.

Sem dúvida, todos nos podemos lembrar momentos onde enfrentamos o desespero, sem esperança alguma. Às vezes, por longo tempo, experimentamos tais situações e tentamos escapar do nosso mundo. Percebemos que, tal desejo, era mais fruto da próprio desespero que da realidade a qual éramos capazes de criar diante de nós.

Não existe dor mais profunda que olhar o horizonte, sem perspectivas, sem chances nem possibilidades de mudar a realidade onde estamos. O horizonte parece mais negro do que o presente. Neste instante, uma boa notícia faz toda a diferença, transforma nossa realidade de tal modo que seria até inimaginável por um instante. Porém, esse é o poder da Encarnação.

O menino Jesus é a boa notícia, o Evangelho do Reino. As promessas esperada por Israel por séculos, e profetizadas por gerações, se faz realidade em um instante. A Palavra que criou o Universo, se faz visível no logos. Emanuel, Deus conosco, abre os Céus para fazer presente o Reino entre todas as nações e povos do mundo.

Não é somente uma data no nosso calendário. Uma escusa para celebrar com a família, ainda que o mundo precisa mais motivos para reunir as famílias. Natal é a eterna celebração do poder de Deus que fez possível pelo Seu amor superar a separação entre o Criador e a Criação.

O Evangelho é a última boa notícia que deixou uma marca no calendário do mundo todo. Tal evento inspirou homens a se engajarem na causa do Reino, a viverem os valores que o menino Jesus nos anunciou, e voltar a imaginar o futuro da humanidade além de nós mesmos.

Assim, cada ano, Natal reafirma a boa notícia do nascimento de Cristo, o Salvador. É a celebração da presença de Deus, que, segundo Isaías 41.10, dá forças, é ajuda e proteção com a sua forte mão, é presença amorosa e transformadora apesar e além da dor e do medo que marcam a vida de tantas pessoas, de irmãs e irmãos na fé.

Nessa confiança e nessa esperança no Deus Conosco, desejo a ti, meu amigo e irmão, e à sua família um Feliz Natal e um abençoado 2017!

Publicado em Reformai.


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Natal inspira a jornada a cidade de Deus



Natal nos abre a realidade da eternidade. Percebemos o mundo que se abre diante de nos, como filhos do Eterno. Assim, vivemos o prazer do Pai de unir em Cristo todas as coisas, transformando este maravilhoso e incrível mundo que tem sido arruinado pela maldade. Esta é nossa paixão, participar da criação dos sonhos de Deus. O Reino de Deus se abre diante de nós, se acordamos dos nosso sonhos. Alguns reclamam os seus direitos de ter e levar armas, enquanto eu desejo o direito de dançar, cantar e abraçar os meus irmãos na eterna sifónia da Cidade de Deus que abraça os seus filhos. A luz brilha novamente, e a revolução dos poetas não será parada pelos medos daqueles que vivem na eterna escuridão.

"Eis o meu servo, a quem escolhi, o meu amado, em quem tenho prazer. Porei sobre ele o meu Espírito, e ele anunciará justiça às nações." (Mateus 12,18)

"E nos revelou o mistério da sua vontade, de acordo com o seu bom propósito que ele estabeleceu em Cristo, isto é, de fazer convergir em Cristo todas as coisas, celestiais ou terrenas, na dispensação da plenitude dos tempos." (Efésios 1,9-10)

"Pois foi do agrado de Deus que nele habitasse toda a plenitude e por meio dele reconciliasse consigo todas as coisas, tanto as que estão na terra quanto as que estão nos céus, estabelecendo a paz pelo seu sangue derramado na cruz." (Colossenses 1,19-20)




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Como morreram os Apóstolos?


Estamos nos aproximando do Natal, um dia que a Igreja de Cristo comemora o nascimento do Rei. Deus se encarnou e viveu entre nós, Emanuel, Deus conosco. Porém, o Rei não nasceu em palácios ou castelos, nasceu em meio ao Seu povo, como peregrino nesta terra. Ele viveu um estilo de vida diferente do que os Judeus esperavam do Messias profetizado; possivelmente, não o imaginaram popular. 


A ideia do Messias esperado era uma convergência do rei Davi, o rei Salomão e o profeta Elias. Esperavam um Salvador poderoso, como Jesus foi, porém, não esperavam uma salvação eterna, mas sociopolítica e cultural-religiosa. Israel esperava o Rei para libertar o povo escolhido das mãos do terrível dominador dos romanos e Cesar.

Talvez, você se pergunte o que isso tem a ver com os apóstolos, e ainda mais com a morte deles. A verdade é muito maior do possamos imaginar. Porque os apóstolos foram a primeira geração de discípulos de Cristo. Portanto, suas vidas, ministérios e mortes falam muitos sobre o próprio Cristo. Talvez, muito mais do possamos perceber.

Jesus viveu entre o povo de Israel do século I. Mostrou o estilo de vida do reino de Deus, e começou a chamar os primeiros discípulos que formariam o início da Igreja de Cristo aqui na Terra. Ele não buscou riqueza, nem ensinou sobre acumular posses na terra, nem se aproximou do evangelho de prosperidade ou a palavra de fé que tanto se vê hoje. Inclusive, muitos dos ensinos de Cristo e os milagres nem aconteciam nas “igrejas.” O Templo era um lugar de oração e estar na presença de Deus, com o povo de Deus.

Os primeiros discípulos fizeram exatamente isso. Seguiram os ensinos de Jesus, e desafiaram o “establishment” (status/ elite social) com a mensagem do Messias. Aquele bebê nascido, e não reconhecido pelos Seus, que celebramos no Natal, era o Senhor e Salvador do mundo esperado.

Por isso, não deveria ser uma surpresa aquilo que a tradição e a história da Igreja nos ensinam sobre a morte dos apóstolos. Eles seguiram o exemplo de Jesus. Entregaram suas vidas pela causa do Reino e a proclamação doe evangelho da graça. Assim, nunca se viu um pequeno grupo de pessoas fazer um impacto tão grande no mundo e que tivesse tal repercussão, como aqueles 12 homens e Paulo, o apóstolo tardio.

Como lemos sobre a morte dos doze apóstolos, lembremos também o exemplo de vida de Jesus, sobretudo nestas datas quando nos preparamos para celebrar um ano a mais o seu nascimento.

TIAGO – Morto em 44–45 d.C.


Um dos filhos de Zebedeu, era pescador, a exemplo de André e Pedro, e foi um dos primeiros a abandonar tudo para seguir Jesus. Permaneceu em Jerusalém, junto a Pedro, e depois foi até a Espanha. Foi o segundo mártir depois da morte de Cristo. A primeira foi Estevão.

Sua morte se pode ler em Atos 12:2, onde se diz de Herodes Agripa que ele matou a Tiago o irmão de João com a espada.

Tanto Clemente de Alexandria e stical History II.2) relatam que depois de ter visto a coragem e o espírito firme de Tiago, o executor foi convencido da ressurreição de Cristo, e acabou sendo executado juntamente com Tiago.

FILIPE – Morto em 54 d.C..


É dos apóstolos sobre quem se tem menos informações. Na última ceia, segundo o Evangelho de João, desafiou Cristo a mostrar Deus.

Filipe evangelizou em Frígia onde Judeus hostis provocaram sua tortura e, posteriormente, sua crucificação. Ele pregou o Evangelho na Palestina, Grécia e na Ásia Menor.

MATEUS – Morto entre 60-70 d.C.


Autor do primeiro evangelho na sequência do Novo Testamento, ainda que se considere que o de Marcos tenha sido escrito anteriormente. Antes de sua conversão ao Cristianismo, Mateus era coletor de impostos e se chamava Levi. Abandonou os negócios e distribuiu seus bens entre os pobres para seguir Jesus.

Começou o seu ministério pregando em Judeia. Depois, viajou a outras nações, e sofreu martírio na Etiópia, sendo morte pela ferida de uma espada, depois de pregar na Síria, Macedônia, Pérsia e o reino dos Partos. Como Jesus, viajou extensivamente na sua vida pregando o evangelho e fazendo discípulos.

TIAGO, O MENOR – Morto em 63 d.C.


Filho de Alfeu, é identificado às vezes como Eusebius (Ecclesia) o irmão de Jesus, às vezes, como primo. Foi o principal líder da comunidade cristã de Jerusalém, e escreveu uma das cartas do Novo Testamento. Sua vida confunde-se com a dos outros apóstolos na Bíblia.

Para forçar a Tiago que nega-se a ressureição de Cristo, judeus hostis colocaram Tiago na parte sudeste do pináculo do Templo em Jerusalém. O mesmo pináculo que Cristo foi tentado por Satanás. Ele não negou a verdade que acreditava em Cristo, foi puxado ao abismo e, posteriormente, quando perceberam que não tinha como ser morto apenas na caída, foi golpeado até a morte.

PEDRO – Morto em 64 d.C.


Ainda quando Pedro negou Cristo três vezes antes da crucifixão de Cristo, depois da ressurreição, ele foi o principal apóstolo entre os apóstolos, Primus inter pares. Ele sofreu morte pelas suas crenças. Em João 21:18–19, Jesus fala para Pedro como ele iria a morrer.

Pedro foi crucificado de cabeça para baixo, porque ele não se sentiu digno de morrer da mesma forma que o seu Mestre e pediu para ser crucificado de tal modo.

Pedro pregou em Antioquia, Coríntio e Roma. O apostolado de Pedro foi de tal sucesso levando a muitos a fé em Cristo que causou a ira de Nero que se levantou e persegue os cristãos fortemente, causando o martírio de Pedro.

ANDRÉ – Morto em 70 d. C.


Irmão de Pedro, foi o primeiro a ser convocado por Jesus. André foi quem apresentou seu irmão Pedro a Jesus. Ele seria morto pela sua fé seis anos depois de Pedro. Pregou pelas regiões que hoje correspondem à Turquia, à Grécia e à Rússia. Depois de pregar intensamente a ressureição de Cristo aos Citas e Trácios, ele também foi crucificado pela sua fé. Ele foi morto em Patras, uma cidade de Acaia, na Grécia.

Os testemunhos afirmaram na época que André, quando era levado para a morte, diz estas palavras, “tenho desejado largamente e esperado esta hora feliz. A cruz tem sido consagrada pelo corpo de Cristo…” André continuou pregando por dois dias para aqueles que crucificaram ele até sua morte.

TOMÉ – Morto em 70 d.C.


Tomé ficou conhecido na história como o apóstolo que duvidou sobre a ressurreição de Cristo, porque não acreditou no testemunho dos outros discípulos. Em João 20.25, lemos a afirmação pela qual Tomé ficou conhecido até os dias de hoje, “Se eu não vir o sinal dos cravos em suas mãos, e não puser o dedo no lugar dos cravos, e não puser a minha mão no seu lado, de maneira nenhuma o crerei.”

Após testemunhar o Cristo ressurgido, pregou na Pérsia e na Índia, onde ergueu um templo com as mãos. Ele estabeleceu as primeiras comunidades cristãs na Índia, hoje são chamadas da Igreja Mar Thoma.

Sua morte foi terrível, sendo com lanças, atormentado e queimado vivo.

BARTOLOMEU – Morto em 70 d.C.


Chamado de Natanael nos evangelhos, era descrito por Jesus como alguém leal, em quem se podia confiar. Ele foi o primeiro a confessar Cristo, “mestre, você é o Filho de Deus. O Rei de Israel” (João 1:49).

Pregou na Índia e na Armênia, sendo morto pelo rei Astyages da Armênia. Anos depois, Armênia seria o primeiro país a ser cristão.

MATIAS – Morto em 70 d.C.


Matias ocupou o lugar de Judas Iscariotes entre os apóstolos de Cristo. Leia Atos 1:26. Crê-se que Matias seria um dos setenta discípulos enviados por Cristo, conforme lemos em Lucas 10:1. Ele pregou na Etiópia, e foi morto a pedradas enquanto estava crucificado. Depois de morto, foi decapitado.

JUDAS TADEU – Morto em 72 d.C.


Nascido em Nazaré, a exemplo de Jesus, era irmão de Tiago, o Menor. Ele pregou o evangelho em meio dos sacerdotes pagãos de Mesopotâmia. Ele foi golpeado até a morte com paus em Dessa e, posteriormente, crucificado.

SIMÃO – Morto em 74 d.C.


Também conhecido por Simão, o zelote, integrou um grupo radical – os zelotes – que pregavam a libertação de Israel do domínio romano. Depois da ressurreição, ele virou um verdadeiro pelote para Cristo. Acompanhou Judas Tadeu em pregações pela Pérsia.

Sua morte aconteceu durante o seu tempo na Síria onde foi crucificado pela sua fidelidade ao evangelho de Cristo.

JOÃO – Morreu em 95 d.C.


Irmão de Tiago, o Maior, João era o mais novo dos apóstolos quando Jesus viveu. Escreveu o quarto evangelho de Jesus Cristo e três epístolas do Novo Testamento, além do livro do Apocalipse. Ele foi exilado na ilha de Patmos durante o reinado do imperador Domiciano pela sua pregação do evangelho do Cristo ressurreto. Ele escapou de Patmos, e voltou em Edessa onde exerceu o sue Episcopado. Ele morreu idoso. Foi o único a morrer de causas naturais – todos os outros foram executados.

As vidas dos primeiros apóstolos nos lembram do poder do evangelho da ressureição de Cristo, por isso, este é um bom momento de refletir que o nascimento de Jesus está ligado a sua morte, porém também a sua vida com os seus discípulos, a ressurreição e ascensão, e, no tempo final, a sua segunda volta.

A morte dos apóstolos nos chama a viver uma vida de martírio, talvez não seja uma morte terrível, sendo executados ou sofrendo atentados como nossos irmãos em Cristo. Talvez, seja um martírio branco, como falavam a igreja primitiva na Grã-Bretanha, a Igreja Celta. O martírio branco é quando um cristão compromete sua vida totalmente e plenamente a servir e amar a Deus, deixando para trás as coisas deste mundo e buscando primeiro o Seu reino.

Oro para que, neste Natal, renovemos nossa entrega ao Senhor para que Deus seja glorificado através das nossas vidas.

Autor: Bispo Josep M. Rossello Ferrer
Publicado em Reformai


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