A infalível Palavra de Deus


Sempre devemos ter cuidado ao colocar credos e confissões de fé ao lado das Escrituras, porque fazendo isso estaremos cometendo o mesmo erro que a Igreja de Roma faz na Idade Média. Naquele tempo, o catolicismo-romano errou gravemente ao colocar a tradição ao lado da Bíblia e considerar igual a ela.

John Jewel, o grande apologista anglicano (1522-1571), escreveu:
"Que dizemos dos Pais, Agostinho, Ambrosio, Jerome, Cipriano?... Eram homens formados, instrumentos da misericórdia de Deus e vasos cheios da graça. Não desprezamos eles, de fato lemos, reverenciamos e damos graças a Deus por eles. Todavia... não devemos fazer eles a fundação e garante da nossa consciência: não devemos por nossa confiança 'neles.' Nossa confiança é no nome do Senhor."
Hoje, encontramos muitas pessoas nas nossas igrejas que colocam sua confiança em pastores, na fé, na sua igreja, ou na confissões de fé, mas esquecem de colocar sua total e plena confiança somente em Jesus Cristo.

Isto acontece, exatamente, porque as pessoas não acreditam no fundo na infalibilidade da Palavra de Deus. Não percebem o que 2 Timóteo 3.16-17 diz, "Toda a Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça; a fim de que o homem de Deus tenha capacidade e pleno preparo para realizar toda boa obra."

Quando temos tantas Bíblias e a um preço tão econômico, nada justifica o analfabetismo bíblico que existe nos nossos dias. Estamos na hora de voltar a enfatizar, ajudar e desenvolver um verdadeiro hábito de leitura, meditação e estudo da Palavra infalível e inspirada de Deus.

Este foi a grande obra da Reforma e, sem dúvida, a maior herança dela. Se seguimos os ensinos das Escrituras, então ela será capaz de reformar e renovar a Igreja e edificar em toda verdade o povo de Deus.

Sola Scriptura!!!

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