Amai-vos uns aos outros: basta de Pecado!


Os Episcopais da IEAB poderão dizer que são anglicanos, mas nunca vão poder dizer que são cristãos... “Amai-vos uns aos outros: basta de Pecado!”

Hoje, estou indignado diante do pouco temor a Deus que vejo entre alguns "anglicanos" e, claramente, falsos cristãos. Geralmente, não sou assim direto e contundente, porém Eclesiastes me ensina que há tempo para cada coisa. Hoje, é tempo de falar com dureza.

Estamos chamados a obedecer as Escrituras, não é opcional:
Se me amais, guardai os meus mandamentos... Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele. (João 14.15)
Bem-aventurados os retos em seus caminhos, que andam na lei do SENHOR. Bem-aventurados os que guardam os seus testemunhos, e que o buscam com todo o coração. E não praticam iniqüidade, mas andam nos seus caminhos. Tu ordenaste os teus mandamentos, para que diligentemente os observássemos. Quem dera que os meus caminhos fossem dirigidos a observar os teus mandamentos. Então não ficaria confundido, atentando eu para todos os teus mandamentos. Louvar-te-ei com retidão de coração quando tiver aprendido os teus justos juízos. (Salmo 119.1-7)
Ninguem está sem pecado, todos estamos no mesmo barco, mas isso não justifica que defendamos, ou justifiquemos, o pecado:
Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Não há ninguém que entenda; Não há ninguém que busque a Deus. Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só. (Romanos 3.10.12)
Não há temor de Deus diante de seus olhos (Romanos 3.18)
O pecado é o causante de tantos males que nem percebemos a dor e o sofrimento que cada dia causa nas nossas vidas, e na vida futura:
Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor (Romanos 6.23)
Quando os fariseus e escribas levaram até Jesus a mulher apanhada em adultério, ele não a condenou, mas chamou ela ao arrependimento e a uma vida santa:
Nem eu tampouco te condeno; vai, e não peques mais (João 8.11)
Pode haver pessoas que achem este artigo homofóbico, porém isso está longe da verdade. Não tenho nenhum medo, ou aversão, às pessoas com tendências homossexuais. Amo e respeito todas as pessoas da mesma maneira. Tenho verdadeiros amigos que formam parte do grupo LGBT. Contudo, nunca acreditei que o valor de uma pessoa seja determinada pela sua sexualidade. O nosso valor está em Cristo e, quem somos, não está determinado pela nossa sexualidade.

Como discípulos de Cristo, estamos chamados a amar a todas as pessoas, mas a sexualidade de cada um não pode dar direitos especiais a nenhum grupo. Ao mesmo tempo, estamos chamados a mostrar os pecados que comentemos e chamar ao arrependimento e conversão de vida.

As Escrituras mostram que certos comportamentos sexuais são pecados diante de Deus (Genesis 6.1-12; 1 Reis 11; Proverbios 6.24-26; Ezequiel 23.1-4, 11-49;  Romanos 1.20-32; 1 Corintios 5.1-13; Judas 6-7; 2 Pedro 2.4; Apocalipsis 2.19-25). Por este motivo, precisamos, como um ato de amor e misericórdia, lutar contra o pecado, qualquer pecado, inclusive a homossexualidade.

Se aceitamos qualquer pecado no nosso meio, e proclamamos que não é mais pecado, então, estamos condenando estas pessoas à infelicidade e as conseqüências do seu proprio pecado. Como podemos dizer que amamos as pessoas, sabendo o alto preço do pecado?

Se realmente amamos as pessoas, ajudaremos ao nosso próximo a ser livre de todas as amarras que limitam sua vida impedindo que seja a pessoa que Deus deseja que ele seja. Não existe amarra mais forte que o pecado na nossa vida... e as conseqüências tem um alto custo pessoal, social, economico, cultural e humano.

Finalmente, toda pessoa que está em pecado, deseja que este não seja considerado como tal, seja de indole sexual (pornografia, masturbação, homossexualidade, traição, promiscuidade, etc.), social (pobreza, violencia, roubo, mensalão, etc.) ou pessoal (mentira, egocentrismo, individualismo, engano, etc.), sem esquecer os pecados culturais (idolatria, jeitinho brasileiro, etc.), econômicos (empresas ilegais, roubo de propriedades, salarios indignos, etc) ou os políticos (corrupção, impostos abusivos, má administração, politicagem, leis injustas, etc.)

Diante desta situação, a Igreja precisa ser novamente uma voz profetica. Infelizmente, a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil tem se convertido em uma igreja que já nem é sal nem luz, e onde tudo parece que está permitido. O futuro dela está condenado pelas próprias palavras de Jesus,
"Vocês são o sal da terra. Mas se o sal perder o seu sabor, como restaurá-lo? Não servirá para nada, exceto para ser jogado fora e pisado pelos homens... Não pensem que vim abolir a Lei ou os Profetas; não vim abolir, mas cumprir. Digo-lhes a verdade: Enquanto existirem céus e terra, de forma alguma desaparecerá da Lei a menor letra ou o menor traço, até que tudo se cumpra. Todo aquele que desobedecer a um desses mandamentos, ainda que dos menores, e ensinar os outros a fazerem o mesmo, será chamado menor no Reino dos céus; mas todo aquele que praticar e ensinar estes mandamentos será chamado grande no Reino dos céus" (Mateus 5.13, 17-19)

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